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Goleada Árabe: Islã 15 x 1 Cristãos

2017-04-24

O Séc XXI vê a formação da nova geopolítica mundial.

No Séc XIX foram gestadas as ideologias que irromperiam em conflito generalizado, com palco maior na Europa, o campo de batalhas do Mundo.

O internacional-socialismo (comunismo soviético – conselheiro), o fascismo italiano, o imperialismo japonês, o nacional-socialismo alemão fizeram seu momento histórico na SGM na direção do domínio do mundo.

Gestadas no Séc XIX, estas ideologias se confrontaram no século seguinte…

Os comunistas, para não serem pegos em uma pinça entre nacionais-socialistas e industrialistas (americanos e aliados), aliaram-se aos industrialistas para sobreviver.

Hoje, a geopolítica está mudando.

O comunismo não tem mais pátria, o fascismo italiano e o imperialismo japonês se foram na poeira da história – embora hajam resquícios ideológicos em atividade -, o nacional-socialismo está espalhado – especialmente na Rússia – e o industrialismo se refugia na América sob severa vigilância dos socialistas Democratas.

De novidade, neste século, temos o “new kid on the block“: o Islã.

Agora, os comunistas se aliam aos terroristas islamitas para enfrentarem os LIBERAIS (EUA e aliados). A Rússia enfrenta a América na Síria.

Para o Séc XXII teremos o novo confronto global entre o Islã e os Cristãos, pois os muçulmanos farão o rolo compressor sobre as ideologias européias, e dominarão a Europa novamente.

A Europa será, de novo, o Campo de Batalha do Mundo.

Se prestarem atenção na difusão da ideologia comunista teocrática, os dois países que estão abandonando a Europa – Inglaterra e a França (que depois da eleição de 2017 vai ser entregue ao Islã), são os países em que o Islã está mais profundamente inserido na sociedade ocidental.

A partir de dentro, o comunismo teocrático destrói os tecidos sociais da “burguesia” “capitalista”.

A partir de dentro, o comunismo materialista destrói os tecidos sociais da “burguesia” “capitalista” na América Latina.

Como as mulheres “feministas” da Inglaterra e França não querem filhos – embora tenham vários cães -, os árabes fazem filhos à taxas de mais de 15 por fêmea.

Em Chicago, berço do neo-socialismo americano, a taxa de natalidade “nativa” é de 1,6, enquanto os árabes reproduzem a taxas de 16 por fêmea.

A França, se escapar das urnas, não escapa da cama. Os árabes serão maioria da população em menos de 100 anos e irão eleger a primeira República Islâmica Ocidental.

Imaginem o que o Estado Islâmico não faria com o arsenal atômico francês.

Sem falar na tecnologia avançada que o Estado Francês assumiu da iniciativa privada.

As nações que tiverem a coragem de implantar o LIBERALISMO e o INDUSTRIALISMO de forma radical serão os últimos baluartes da civilidade.

Quem estiver por aí, verá.

 

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