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Comunitarismo, a reinvenção da história

7 de abril de 2017

Comunitarismo, a reinvenção da história

Filosofia política contemporânea: Liberalismo e Comunitarismo

Em geral as definições de ordem social e política são dadas – impostas – pelo discurso comunista, que agora se reinventa como comunitarista, para não ser reconhecido por sua mais anti-humana face: o proletarismo conselheiro (soviético) e revolucionário, que preconiza o extermínio de todos os que discordam ou não se submetem à vontade do “proletariado”.

Em face de termos acesso, hoje, à verdade sobre o socialismo real, científico, conselheiro (soviético), ou qualquer que seja o nome que os comunistas lhe dêem, da destruição das nações do Leste Europeu, após a invasão comunista durante a SGM, à sequência de escravidão e extermínio em campos de concentração, inventados por Stálin para exterminar os dissidentes do comunismo, tecnologia esta que foi, em abril de 1939, exportada para a Alemanha Nazista e entregue a Göebels para dar abordagem científica ao extermínio de judeus na Europa, que nem se compara ao extermínio dos Ucranianos promovido pelo Exército Vermelho, no inverno de 1932/33, em que os socialistas soviéticos exterminaram 25% da população da Ucrânia – 7.000.000 de ucranianos – pela FOME, não fica outra opção para os comunistas senão mudar, novamente o discurso político, desde que eles o proponham.

Em seis meses.

Hitler e os nacionais-socialistas mataram 6.000.000 de judeus em 13 anos, os internacionais-socialistas (soviéticos) mataram 7.000.000 de ucranianos em seis meses.

Stálin é um herói comunista internacional e Hitler um monstro nazista.

Este revisionismo histórico é o que move a formação do discurso político pós-SGM, em que os seguidores dos verdadeiros monstros da humanidade, sociopatas, como Lênin, Stálin, Mao, Trotsky, Castros – os playboys do caribe -, dentre outros, como se pode constatar na definição de liberalismo e comunismo, na citação abaixo:

“Liberalismo1
O liberalismo parte da ideia de liberdade individual em diversas áreas consideradas os pilares da sociedade moderna, dentre os quais podemos citar a liberdade metodológica, direito à propriedade privada, a imparcialidade do estado de direito, o livre mercado e por fim a baixa interferência estatal nos processos sociais. A atuação do estado teria um caráter mais mediador que controlador como já fora em outrora.

Comunismo
O comunismo não chega a destoar totalmente do liberalismo, porém possui algumas vertentes claramente diferentes. Essa corrente dá ênfase na sociedade civil e não apenas no indivíduo, o comunitarismo acredita que o individualismo exacerbado proveniente do liberalismo leva a sociedade inevitavelmente a situações insustentáveis. A explicação dessa tese é de que esse individualismo torna as pessoas mais intolerantes e menos receptivas à objetivos coletivos.”

Ao dizer que “O comunismo não chega a destoar totalmente do liberalismo” o autor já prepara o campo para a reintegração dos sociopatas comunistas e socialistas no cenário político como um mero ramo do liberalismo, na medida em que se igualam ao … “não se diferenciar muito”, induzindo as pessoas aos mesmos erros de opção com que conquistavam meia Europa no pós-guerra.

O processo de mentira oficial ser tornada verdade, ou pós-verdade, vem com a declaração que a diferença do comunismo para o liberalismo é possuir “algumas vertentes claramente diferentes”.

Para tornar a mentira mais palatável o autor (des)iguala comunismo e liberalismo ao caracterizá-lo apenas como uma corrente que “dá ênfase na sociedade civil e não apenas no indivíduo”, traduzindo, assim, revolução proletária e ditadura do proletariado em “sociedade civil”.

Desta forma, os comunistas se apropriam do termo “sociedade civil”, impedindo, segundo a lógica de pé-quebrado que utilizam, os liberais de serem parte da sociedade civil … organizada … pelos comunistas.

Não é, realmente, uma questão de debates de ideias, uma vez que não existem ideias no comunismo – ou socialismo, social-democracia, trabalhismo e similares ideológicos -, apenas a tomada do poder total por uma “classe” de “trabalhadores” e a completa destruição do Capitalismo e da sociedade burguesa, denominações de uma taxonomia baseada em renda proposta por Marx e tomada como princípio base do discurso político praticado na academia e partidos políticos.

Ao propor o discurso liberal no lugar dos liberais, os comunistas dizem que os liberais dizem que os liberais propõem “a baixa interferência estatal nos processos sociais”, quando na verdade, são justamente os processos sociais que fazem instanciar um Estado a cada fim de expediente. Quando você vai para casa, depois de sua jornada de trabalho, você deixa para trás o Estado que você ajudou a fazer no dia que termina.

No dia seguinte, no amanhã, você não faz a menor ideia do que vai acontecer, pois amanhã é o FUTURO, e se você não sabe o que tem no futuro, NÃO PODE PLANEJAR O FUTURO.

Você pode, com a melhor informação disponível, se tiver livre acesso a esta informação, se preparar o melhor possível para o dia seguinte.

Mas não sabe o dia seguinte.

Por isto, e só por isto, não existe uma ideologia liberal, mas um ecosistema de ideias para a liberdade que norteiam sua ação, a ação do liberal, no futuro.

O parágrafo que você acaba de ler já é passado.

E se você viu uma luz no texto, você já é outra pessoa.

Para coroar a definição de liberalismo que os comunistas querem propor que os liberais aceitem, definem que os liberais afirmam que o Estado é o mediador dos processos sociais.

Ora, a “mediação” do Estado é o discurso salvador dos comunistas porque os desagregam do comunismo totalitarista e intervencionista – caso da sociedade brasiliana -, de modo a tornar palatável para o povo.br o discurso dos trabalhistas, que propõem que a sociedade brasiliana deve adotar a “mediação do Estado” para evitar o descalabro do liberalismo egoísta e destruidor.

Esquecendo que justamente as ideias de intervenção, agora denominada mediação, destruíram o país que eles, agora, dizem saber como consertar, afinal, foram eles que destruíram, ninguém melhor para … consertar … uma vez que sabem tudo o que foi feito para destruir.

Lógica religiosa.

Como os comunistas, agora, são comunitários, e não diferem muito do liberalismo, estão dizendo que podem ser eleitos, novamente, para impor a mediação do Estado, que irá CONTROLAR a sociedade civil – eles -, pois tudo o que está errado no país, é culpa dos neoliberais.

No afã de se igualar ao liberalismo para não pagar pelos crimes contra a humanidade contra os brasilianos que perpetraram nos últimos, talvez, 130 anos, os comunistas, que se dizem comunitaristas, dizem que, agora, acreditam “que o individualismo exacerbado proveniente do liberalismo leva a sociedade inevitavelmente a situações insustentáveis”, esquecendo, novamente, da queda do Muro de Berlim, do extermínio dos ucranianos, do extermínio dos judeus – tudo praticado por socialistas, uns internacionais-socialistas, outros nacionais-socialistas -, enfatizando que tudo que o ser humano carrega de ruim, e que pode vir à tona em momentos de perigo iminente, tal como o código genético da espécie determina – e não deus ou o proletariado -, é culpa do liberalismo, justamente o sistema que protege o INDIVÍDUO, e que defende a ideia que o Estado deve servir para promover a segurança do INDIVÍDUO – e não da coletividade -, e que cabe a cada INDIVÍDUO decidir como viverá sua própria vida SEM A INTERVENÇÃO de nenhuma outra pessoa ou instituição.

O que realmente “pega” é o fato que os comunistas são perfeitamente DISPENSÁVEIS numa sociedade liberal, pois eles vivem de dizer que eles são necessários para “garantir os direitos dos trabalhadores” – e dizem que todos são trabalhadores, o que é lógico, se houvesse quem não fosse o sistema não seria aplicável – e que numa sociedade liberal o Estado serviria para impor a Lei, e não a vontade de uma “classe”, invenção marxiana para justificar a teoria da destruição da Terra pelo proletariado.

Se analisarmos bem de perto a ideologia marxista, o cristianismo e o islamismo, veremos que as diferenças são muito pequenas, os objetivos quase os mesmos e os métodos quase iguais.

O comunismo está muito mais próximo do islamismo do que do liberalismo, como querem pregar os apóstolos do apocalipse político.

Comunistas materialistas e Comunistas Teocráticos são COMUNISTAS!

Ao reivindicarem o lugar de santos políticos que protegem o povo, os comunistas dizem que o liberalismo é o responsável pelo ser humano se tornar mais “intolerante e menos receptivas à objetivos coletivos”, mas esquecem que os grandes extermínios foram promovidos por socialistas comunistas comunitários comunitaristas.

No LIBERALISMO o PRINCÍPIO da liberdade humana é: cada indivíduo tem o DIREITO DE SER DEIXADO LIVRE.

Na sequência, o princípio da não-intervenção: NENHUM INDIVÍDUO OU INSTITUIÇÃO PODE INICIAR UM ATO DE VIOLÊNCIA CONTRA UM INDIVÍDUO.

Demonstrando claramente que para um DIREITO existe uma RESPONSABILIDADE que instancia o DIREITO.

Se UM tem o direito de ser deixado livre, TODOS OS DEMAIS têm o DEVER de não promover o constrangimento de tal liberdade. E este princípio atinge a TODOS, de modo que o conceito de COLETIVIDADE, no LIBERALISMO, ATINGE A TODOS OS INDIVÍDUOS, enquanto o conceito de COLETIVIDADE, no comunismo, NEGA A INDIVIDUALIDADE para impor, A CADA INDIVÍDUO, o pensamento do coletivo, imposto pelo pequeno grupo que impõe a SOLUÇÃO FINAL para o seu próprio povo.

Toda a formulação política do comunista parte do pressuposto que não existem indivíduos, mas “membros de uma coletividade”, ou seja, reses de um Admirável Gado Novo, a serviço do “proletariado” e do Partido Comunista.

No Brasil, nas próximas eleições, a extrema-direita fascista vai apoiar o candidato que conseguir fazer o discurso do comunitarismo, da intervenção mediadora e do poder de mediação do Estado com mais qualidade.

No segundo turno da eleição, todos os subsistemas do comunismo nacional irão se unir para não perder a “boquinha” e a “teta.br”, sem a qual não sabem viver.

Na elaboração do discurso oficial sobre liberalismo vs comunismo, a conclusão dos comunistas é que eles são necessários.

Os comunistas propõem o discurso que iguala comunistas e liberais – já que a revolução proletária falhou – ressaltando a importância “vital” dos comunistas na estrutura social moderna na busca de um “ponto de equilíbrio” – sem dizer o que estaria sendo equilibrado – que assegure a liberdade individual de cada um, desconsiderando o fato que a liberdade individual só e constrangida pela ação intervencionista do Estado, pois a liberdade é o resultado dos processos sociais em que NENHUMA PESSOA OU INSTITUIÇÃO pode impor uma ato de violência contra um indivíduo.

Apos negar a liberdade que o liberalismo propõe, os comunistas impõem a “liberdade” que o comunismo impõe, ao impor a existência de “políticas públicas sociais e econômicas que mantenham um padrão digno de vida da sociedade como um todo”, definindo que a intervenção nas relações PRIVADAS e na ECONOMIA PRIVADA vai promover melhoria de padrão de vida, o que nenhum país do mundo que foi submetido ao comunismo atingiu.

A mentira tem som de verdade porque o comunista se apropria do discurso liberal, logo após o viola para impor a mentira comunista, de modo a parecer verdadeiro.

Pelo menos até a próxima eleição, quando os comunistas et caterva vão para os cargos no governo (Estado) e têm acesso ao orçamento público.

Ao definir que a intervenção do Estado é que vai assegurar que aspectos sociais não sejam esquecidos, esconde que todo o sucesso econômico não se deve à “exploração capitalista”, mas à incapacidade de comunistas de fazerem qualquer coisa no caminho da prosperidade.

Um sistema baseado no distributivismo afirmar que o “acumulo de riquezas mediante a prosperidade econômica não deve jamais ser condenado, porém é necessária uma intervenção que assegure que os aspectos sociais não sejam esquecidos” é uma inconsistência dimensional.

Citando:

Conclusão2

Ambas as correntes citadas possuem um importância vital na estrutura social moderna, a grande questão nesse caso é encontrar um ponto de equilíbrio que assegure a liberdade individual de cada um mediante o desenvolvimento de políticas sociais e econômicas que mantenham um padrão digno de vida da sociedade como um todo. O acumulo de riquezas mediante a prosperidade econômica não deve jamais ser condenado, porém é necessária uma intervenção que assegure que os aspectos sociais não sejam esquecidos.

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