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A inveja foi considerada um dos sete pecados capitais antes de se tornar uma das mais admiradas virtudes sob seu novo nome, “justiça social”

18 de fevereiro de 2017

A inveja foi considerada um dos sete pecados capitais antes de se tornar uma das mais admiradas virtudes sob seu novo nome, “justiça social”.
Thomas Sowell
Nada como uma besteira repetida ad nauseum.
Em primeiro lugar, justiça é um conceito moral que impõe a vontade de uma minoria hegemônica ou de uma maioria democrática.
Em ambos os casos pode ocorrer uma meritocracia, mas em sociedade, a meritocracia não se instala a partir de uma maioria, no geral.
No caso das nações sem diversidade genética, isto é, em povos “iguais” – suecos, dinamarqueses e outros como estes -, a meritocracia pode ser implantada pela democracia, isto é, pelo voto da maioria, que neste caso, não é a “pioria”, é a “melhoria”, pois a maioria é obtida por pessoas com mesmas características, desejos, necessidades e condições pessoais.
É o caso dos gregos antigos, criadores da democracia. Só os gregos votavam, quando tinham de tomar alguma decisão política ou administrativa. Quando a decisão era tomada, os escravos – geralmente negros, mas não necessariamente, pois os gregos invadiam povos de diversas etnias -, sob ordens dos metecos – geralmente escravos de maior confiança e conhecimento, eram os responsáveis por fazerem o que havia sido decidido.
A democracia e a república são duas faces da mesma moeda econômica: a escravidão. Sem escravos, nem república nem democracia são possíveis. Quando as economias dos países invadidos mudaram e os escravos se tornaram, ou muito onerosos ou escassos, a civilização grega chegou a seu fim, pois não houve, dentro de sua sociedade, um novo paradigma tecnológico que levasse a um sistema econômico que permitisse que a sua sociedade sobrevivesse.
Mas “social” não é um termo jurídico ou sociológico, é biológico. Tal como no caso do sistema, social é uma característica de algumas células, e não necessariamente, os espécimens que têm células sociais são espécimens sociais.
O homem NÃO É UM ANIMAL SOCIAL, é COLABORADOR.
Caçamos como os lobos e grandes felinos, colaborativamente.
O Gene Egoísta do ser humano é sua sobrevivência, apesar de haver desvios psicológicos que aceitem religiões e divindades.
Não duvide, você não vai ver um macaco de joelhos, mãos postas para o alto, rezando. Os símios superiores ainda não têm estes genes.
Mas mentem, traem, seduzem e agridem.
Assim, “justiça social” é uma mentira.
Ao decidir sobre a relação homoafetiva, o Min STF Ayres de Brito1 [1] abriu mão da biologia para adotar a emoção. Mas o DNA não toma conhecimento do “sentir” do ministro. E Ayres de Brito se volta contra a ciência para implantar uma nação de queremistas esperançosos que pedem e esperam pelo “melhor do homem” quando um homem fica de quatro para outro sodomizá-lo.
Aliás, o sexo entre homens, embora antigo, tem origem no símio superior. Derrotado por um macho alfa, o pretendente a líder, para não morrer, se deixa sodomizar. Talvez Ayres de Brito tenha tido experiência própria para propor que homens tenham “afetividade” por outros homens. Entre machos-alfa, pode haver outra designação para uma relação entre machos: RESPEITO!
Segundo Dawkins2:
o organismo é apenas uma “máquina de sobrevivência” do gene, cujo objetivo é a sua auto-replicação, a espécie na qual ele existe é a “máquina” mais adequada a essa perpetuação. Analisando o comportamento de algumas espécies animais, Dawkins explica que o altruísmo que se observa em muitas espécies não é contraditório com o egoísmo do gene, mas contribui para a sua sobrevivência.
Dawkins reformula igualmente o conceito de meme, ou seja, o equivalente cultural do gene, a unidade básica da memória ou do conhecimento, que o ser humano transfere conscientemente para os seus descendentes.
Acontece que os genes dos derrotados também são passados adiante. E nisto está, também, parte da explicação do porquê alguns tenham e outros não tenham. Talvez porque uns sejam mais capazes de buscar do que outros.
Mas nada disto é jurídico ou “social”, é puramente genético e evolutivo.
A beleza da capacidade da genética humana de não se copiar, mas de se reproduzir, é maravilhosa, mas não é divina.
Assim, a decisão do STF sobre a relação homoafetiva é POLÍTICA, não científica. Fere, mesmo, a ciência. Perguntas como “de onde viemos”, “quem somos nós” – https://www.youtube.com/watch?v=WDXFRvbe2VY – ficam sem respostas concretas. “Se a mim coubesse o poder de descrever o que é a mente, diria indubitavelmente que são apenas reações. Apenas química. Com traços de física, genética e sociologia.”
Aparentemente, o Min Ayres de Brito responderia à pergunta: porque vocês, homens brancos, têm tanta coisa, e nós, Novo-guinenses, temos tão pouco?3, feita por um nativo a Jared Diamond, com uma ideia marxiana sobre a desigualdade material e a luta de classes.
Mas o Min Ayres não está só na empreitada da violação aos protocolos da vida que a ciência desvenda a cada dia.
Na famosa Bekerley existem “pesquisadores”4 tão marxistas quanto o Ministro Ayres, que “acreditam”, depois de muitas “evidências” em “pesquisas”, que o “afetivo” culturalmente adquirido na vida urbanizada da sociedade industrializada pode ser passado … genéticamente …5

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