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Proletarismo: o câncer das sociedades ocidentais

25 de maio de 2015

Trago para cá mensagens recebidas pela internet, sobre os Conselhos Municipais e Reforma Política. Após a citação, meus comentários.

CONSELHOS MUNICIPAIS

Marcelo Pires Mendonça e Milena Franceschinelli, Pragmatismo Político

A campanha #ocupeosconselhosmunicipais, lançada nas redes sociais, traz para o centro do debate a instância primeira, a base de sustentação da participação social, que são os conselhos de políticas públicas dos municípios. Ocupar significa aqui participar das decisões (grifo meu) em prol do interesse popular e social, como está assegurado em nossa Constituição Federal de 1988. Exercer o parágrafo único do Art° 1, que proclama que “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”. O fortalecimento e o aperfeiçoamento destes mecanismos nas cidades, por meio de ações decorrentes da Política Nacional de Participação Social (PNPS) são condições inexoráveis para a sua consolidação. Não há Conselho Nacional que prescinda da sua base, e mesmo com grandes dificuldades, todos os conselhos desenvolvem campanhas e ações para a criação, melhor funcionamento e efetividade das suas instâncias municipais. Com caráter nacional, a campanha #ocupeosconselhosmunicipais deve ocorrer no município envolvendo os conselhos existentes, entidades da sociedade civil, e o poder público (Prefeitura, Câmara de Vereadores, Ministério Público Municipal e seus procuradores no município). Assim a sociedade civil pode se apropriar de seus direitos por meio da participação direta.

Mas, afinal, o que são os conselhos municipais? Esta é uma pergunta cuja resposta se torna essencial diante da atual controvérsia acerca da PNPS. Para responder o questionamento apresentado no título, trazemos a definição de conselhos do Portal da Transparência: “Os conselhos gestores de políticas públicas são canais efetivos de participação, que permitem estabelecer uma sociedade na qual a cidadania deixe de ser apenas um direito, mas uma realidade. A importância dos conselhos está no seu papel de fortalecimento da participação democrática da população na formulação e implementação de políticas públicas”.

Infelizmente, os conselhos municipais ou conselhos gestores de políticas públicas e a participação social encontram-se invisíveis para grande parte da população, em especial da juventude, apesar do seu alcance, capilaridade e, sobretudo, pertinência na formulação e controle da execução das políticas públicas setoriais. Neste cenário (já em 1999 o Brasil contava com 26,9 mil Conselhos Municipais, segundo o IBGE), os desafios postos para a juventude são especialmente substanciais, considerando que menos de 6% dos municípios brasileiros possuem conselhos da juventude. A criação, ocupação e consolidação de tais espaços seria um encaminhamento assaz pertinente às demandas levadas às ruas pelos jovens durante as “jornadas de junho”, dado o seu caráter dialógico entre poder público e sociedade civil. Dados do IBGE (2012) demonstram que conselhos municipais como os de Saúde, Assistência Social e de Direitos da Criança e Adolescente existem e estão em pleno funcionamento em 99% das cidades brasileiras. Os Conselhos de Direitos da Pessoa Idosa, de Cultura e de Meio Ambiente estão presentes em mais de 50% de nossos municípios; outros como de Segurança Alimentar, de Direitos da Pessoa com Deficiência e de Direitos da Mulher são criados num ritmo crescente e já ultrapassa 30% de municípios alcançados, o que evidencia a abrangência e o potencial destas instâncias de participação.

Conhecer este instrumento é fundamental para viabilizar a participação da sociedade. Assim como reconhecer que ser conselheiro é exercer o protagonismo do processo de consolidação da democracia em nosso país. É vivenciar plenamente a cidadania. É cuidar de nossas cidades para ser mais bem cuidado por elas. Um dado positivo é o de que o número de conselhos é crescente. Porém, este fato por si só não necessariamente se traduz em mais participação social. Os conselhos sofrem de uma doença crônica de invisibilidade e falta de recursos (humanos, orçamentários, de infraestrutura). Também são afetados pelos vícios e equívocos da democracia representativa, além de existirem casos de interferência política de administrações municipais que cooptam e instrumentalizam tais espaços, prejudicando a sua efetividade e comprometendo a sua autonomia. Falta publicizar informações sobre o tema, então falta participação. Por isso o desafio de evidenciar os conselhos municipais, esfera mais próxima do/a cidadão/ã, é fundamental para o amadurecimento da participação social e popular.

Os conselhos municipais são espaços poderosos, estão relacionados a todas as esferas de poder e a uma diversidade de temáticas. O legislativo, as Câmaras Municipais, acompanham e influenciam diretamente suas dinâmicas e ações. O poder judiciário, principalmente na figura do Ministério Público e seus agentes municipais é parceiro em diversas ações visando à garantia dos direitos de toda população. Por fim, o executivo é sempre integrante dos conselhos municipais, pois a função essencial desta instância é exercer o controle social das atividades da Prefeitura. “É preciso dar vida aos conselhos, colocar neles os melhores quadros políticos e as mais fortes entidades sociais, estabelecer uma agenda de diálogo permanente com a população, abrir todos os dados e informações governamentais, e, principalmente, permitir-se ao aprendizado, à mudança, ao convencimento democrático”. Ressalta a ex-secretária de Participação Social de Caruaru-PE, Louise Caroline. Quando a sociedade civil ocupa os conselhos, descobre que se a merenda escolar não está boa é possível recorrer ao Conselho de Alimentação Escolar (CAE). Percebe que se existe uma violação do meio ambiente, é possível recorrer ao Conselho Municipal de Meio Ambiente (CMMA). Que se existe interesse em contribuir com as políticas culturais, temos o Conselho Municipal de Política Cultural (CMPC). E ainda existem o Conselho de Saúde, Educação, Segurança Alimentar e Nutricional, Economia Solidária, dentre inúmeros outros. Espaços institucionalizados da construção, debate e monitoramento de políticas públicas setoriais, todos esperando por nossa participação, nossos sonhos, nossas ideias.

O aperfeiçoamento dos conselhos passa pela garantia de sua autonomia administrativa e financeira, pela efetiva participação da sociedade civil em sua gestão, e por sua ocupação sistemática por parte da população a fim de assegurar a sua descentralização, o amplo conhecimento de suas funções e objetivos, além de sua intervenção eficaz. “Disputar não apenas a qualidade dos serviços públicos no dia a dia da população, mas o exercício democrático por direitos e cidadania. Disputar a legitimidade dos sujeitos representados e a diversidade de direitos seja do campo ou da cidade. Desconstruir o senso comum que prevalece nos setores conservadores, que em períodos de crise financeira sugerem cortar políticas sociais, por concebê-las como gastos e não investimento. Políticas sociais geram empregos, dinamizam a economia local, interiorizam o desenvolvimento por meio das ações do Estado“, afirma Maria do Socorro, Presidente do Conselho Nacional de Saúde.

Desta forma, o desafio para a sociedade civil é o de fortalecer a sua participação para fortalecer os conselhos.

Por tudo isso, #ocupeosconselhosmunicipais.

Fonte: Pragmatismo Político

IRENE PIERA SAGGIN

Skype: irene.pierasaggin2

REFORMA POLÍTICA

Sou por uma mudança mais radical. Alguns Estados, desde o Tratado das Tordesilhas ficaram mais prejudicados que outros e, hoje, como o movimento migratório em busca de melhor qualidade de vida e emprego faz com que todo mundo se movimente dentro do País, sou por uma nova divisão geográfica que pouparia aos cofres públicos muitos bilhões de reais.

Minha proposta:

1) nova divisão geográfica no País: ao invés de 27 UFs e 5.584 municípios teríamos somente 100 municípios (mais ou menos do mesmo tamanho) e a Capital Federal;
2) Teríamos somente 100 prefeitos + 100 vice-prefeitos(que teriam que trabalhar) e cada município seria representado numa Câmara Federal por 03 Deputados Federais = 300 Deputados;
3) Não teríamos Congresso Nacional, Senado, Governos Estaduais nem Câmara de Vereadores (Economia para os cofres públicos sem as respectivas máquinas administrativas), muito menos cargos com Status de Ministro;
4) Teríamos ao invés de 39 Ministros,  somente 13 Ministros:

1) Ministério Educação, Ciências e Tecnologia

2) Ministério da Cultura, Esportes, Lazer e Entretenimento

3) Ministério Saúde Humana e  Saúde Animal

4) Ministério das Etnias, Geografia, Territórios, Migrações e Imigrações

5) Ministério do Trabalho e Geração de Renda

6) Ministério da Integração Nacional, Infraestrutura e Comunicações

7) Ministério da Defesa(Marinha, Exército, Aeronáutica)

8) Ministério das Relações Exteriores

9) Ministério da Economia, Fazenda e Planejamento

10) Ministério da Natureza, Conservação e Preservação Ambiental

11) Ministério da Agricultura, Pesca e Produção de Carne para Alimentação

12) Ministério da Indústria e Comércio

13) Ministério da Justiça, Direitos Humanos e Direito dos Animais

5) Salários sem adicionais, sem regalias, sem mamatas, incluso sem jetons, sem convênio saúde, sem horas extras etc. :

1) prefeitos = R$ 30.000,00

2) vice-prefeito = R$ 20.000,00

3) Deputado Federal = R$ 30.000,00

4) Ministro = R$ 30.000,00

5) Presidente = R$ 50.000,00

6) Vice-Presidente = R$ 40.000,00

7) Presidentes de Tribunais = R$ 35.000,00

8) Presidentes de Estatais = R$ 35.000,00

6) Passagens aéreas só pela FAB e,  com justificativa;

7) Carros oficiais somente para o Presidente, Vice, Prefeito, Vice, Deputado e Ministro. Para todos os outros cargos não teriam carros oficiais para uso próprio. Somente para uso no trabalho.

8) Para mudar a legislação que dá benefício aos políticos será preciso,  então, fechar o Congresso Nacional por 4 meses, elaborar nova Constituição, com no máximo 10 páginas. Em seguida uma consulta pública para aprovação da Constituição pelo povo e chamar novas eleições.

9) Imposto único;

10) Royalties não só do Petróleo mas, tb da “Amazônia Viva”, para uso na Educação e Saúde;

11) Instalação do Expresso Transcontinental Ferroviário, passando pelas sedes dos 100 municípios; 

12) Instalação de Ramais do Expresso Panamericano Ferroviário ligando o Brasil à todos os Países da América do Sul, principalmente às cidades portuárias daqueles Países;

13) Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Lá vivem mais de 15 Milhões de Pessoas)

14) O Ministério das Etnias se encarregaria de ter uma sala de situação com dados de todas as etnias existentes no País, indígenas ou não, para formulação de políticas públicas e demarcações de territórios, conhecimento dos idiomas falados e da quantidade de pessoas.

15) Os cargos eletivos seriam de 8 anos e o candidato não poderia mais se candidatar novamente . Político não seria profissão, seria condição. Não pode aposentar como político.

16) Formação de Conselhos Municipais e 01 Federal para Fiscalização de obras, atuação de políticos (performance) e  fiscalização anti-corrupção.

Comentário do autor

A ideia do “Conselho” é a mesma do “Conselho = Soviete“, pois soviete (russo) = conselho (português).

A praxis política é a mesma do PCUS, e a única alteração no “caminho para o comunismo” é a troca de tática: abrem mão da revolução armada pela infiltração em todos os setores da sociedade, apodrecendo tudo com a pior escória da humanidade: socialistas, sociais-democratas e comunistas. Não esquecendo os nacionais-socialistas, trabalhistas e fascistas, todos PROLETARISTAS.

A base principiológica dos sovietes (conselhos) é que existe uma malta de imprestáveis que ficam à disposição da militância partidária para exercer as funções das instituições “burguesas” até que tudo esteja pôdre e caindo de corruPTo, como a união soviética – conselheira – caiu, após 74 anos de puro socialismo/comunismo, que agora, os petralhas dizem que …. não era bem aquilo … .

Citar o Art. 1º da CF88, fora do contexto dos princípios que fundaram a CF88, para justificar, justamente, a prática política que vai liquidar, de vez, com o constitucionalismo.br, é CRIMINOSO.

O Art. 1 enumera os FUNDAMENTOS DA REPÚBLICA, e os tais “conselhos” estão MUITO LONGE de serem fundamentais.

É muita corrupção falsificar fundamentos para atender aos objetivos dos comunistas e destruir com o Brasil, a partir de suas entranhas, e ainda por cima, citar a CF88 como fonte das mentiras. caterva dizem que ….. não era bem isto ….

O plano é usar as “instituições burguesas” para destruí-las.

E chegar ao comunismo sem o ônus de serem (o que realmente são) os criminosos no poder (no Brasil, o Direito Administrativo se transformou na lavanderia do Crime Organizado no Estado patrocinado pelos “trabalhadores”, um eufemismo para camaradas) promovidos pela tomada revolucionária e genocida do Estado.

Trocaram um pouco do Mensaleiro-mor Marx por muito do Gramsci.

Mas não mudaram a essência do caráter psicopata ou sociopata (dos Mestres), que queriam o extermínio do povo ucraniano e tentou exterminá-lo pela FOME. Os soviéticos – conselheiros – comunistas EXTERMINARAM 25% DO POVO UCRANIANO EM 6 MESES. Hitler precisou de 12 anos para matar 6 milhões de judeus e pagou a fama de mau. Seria coroinha na igreja de Lênin e Stálin.

Aliás, foi Lênin que inventou os Campos de Concentração, que Stálin exportou para a Alemanha em abril de 1939, com Göebels, que foi a Moscou para buscar os planos.

Procure por HOLOCAUSTO e HOLODOMOR e você vai ver a verdade dos aliados Internacionais-socialistas e Nacionais-socialistas (russos soviético/comunistas e alemães nazistas). Que, aliás, eram ALIADOS na invasão da Polônia, o primeiro país cujo povo queriam tanto exterminar.

Quem defende qualquer tom do espectro dos PROLETARISTAS é da mesma laia dos que fizeram a matriz.

Não tem exceção.

Citar o Art. 1º da CF88, for a do contexto dos princípios que fundaram a CF88, para justificar, justamente, a prática política que vai liquidar, de vez, com o constitucionalismo.br, é muita CORRUPÇÃO.

O Art. 1 enumera os FUNDAMENTOS DA REPÚBLICA, e os tais “conselhos” estão MUITO LONGE de serem fundamentais.

É muita corrupção falsificar fundamentos para atender aos objetivos dos comunistas e destruir com o Brasil, a partir de suas entranhas, e ainda por cima, citar a CF88 como fonte das mentiras.

Citando o Art. 1º, in verbis:

PREÂMBULO

Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, (grifo meu) promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.

TÍTULO I
Dos Princípios Fundamentais

Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos: (grifo meu)

I – a soberania;

II – a cidadania

III – a dignidade da pessoa humana;

IV – os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa; (grifo meu)

V – o pluralismo político.

Parágrafo único. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.

Art. 2º São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário.

Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:

I – construir uma sociedade livre, justa e solidária;

II – garantir o desenvolvimento nacional;

III – erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;

IV – promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

Nem mesmo no Art. 3º existe a mínima semelhança com as mentiras comunistas alegadas pelos corruPTos conselhistas/soviéticos.

Mas a mentira não começa aí, vem de muito longe. Se você entrar no Google Tradutor, e fizer a tradução da palavra “brasil” do português para o russo, e depois a romanização, adivinha o que você vai ler, e dizer?

Brasília é “brasil” em russo

A capital do Brasil deveria ser a capital do comunismo na América, e nosso país seria “brasilia”, capital “brasilia”, ou seja, “brasil” EM RUSSO.

Nós, o povo brasiliano, jamais diríamos o nome de nosso país em NOSSO IDIOMA, seria em RUSSO.

Muito ….. democrático …. da parte dos comunistas corruPTos.

Imagine, você, caro compatriota brasiliano (o gentílico de quem nasce no Brasil é brasiliano, não brasileiro; assim como não existe ameriqueiro, boliveiro, venezueleiro, não existe brasileiro, no idioma português), e até na nossa identidade, os políticos MENTEM PARA O POVO BRASILIANO.

Li – não recordo onde – que os EUA têm mais de 50.000 distritos.

Parece-me que ter milhares de cargos públicos não deveria ser um problema FEDERAL, mas LOCAL.

Isto é, se uma CIDADE quer 10.000 funcionários públicos, nada deveria impedir o povo desta cidade de tê-los.

Creio que a condição FEDERALISTA para esta decisão deveria ser que TODA A DESPESA gerada pela administração de uma cidade FIQUE POR CONTA DO POVO DA CIDADE em questão.

Isto é, NENHUM RECURSO DE OUTRA CIDADE poderia ser aplicado no exterior.

Se os impostos são locais e a cidade e a unidade federada fazem uma CONTRIBUIÇÃO FEDERATIVA, então os orçamentos estadual e federal serão imperativos, isto é, tem tanto – advindo da contribuição federativa – para gastar e NÃO MAIS do que tanto.

Se o político é eleito por que tem um projeto de orçamento – e complementa após assumir – então não haverá um orçamento esperando por ele; ele leva o orçamento a partir da campanha e da eleição.

Então, se houver milhares de cargos, estarão pagos na fonte .…

O que você acha da ideia?

Quando você diz que um “Ministério das Etnias se encarregaria de ter uma sala de situação com dados de todas as etnias existentes no País, indígenas ou não, para formulação de políticas públicas e demarcações de territórios, conhecimento dos idiomas falados e da quantidade de pessoas”, porque não um serviço de informações operado por uma EMPRESA PRIVADA (Art. 1º CF88 – FUNDAMENTO DA REPÚBLICA)?

Você não quer cumprir a CF88? … para o povo brasiliano …. ?

Como você demarcaria o território dos homosexuais? São menos de um por cento da população e exigem direitos e representatividade de maiorias polílticas.

Qual a importância de saber sobre os idiomas falados no Brasil, por um Ministério? Porque não por empresas de idiomas?

O Ministério da Educação não tem competência (ou os funcionários públicos que estão lá não têm) para tratar do assunto “idiomas falados nativamente no Brasil”?

O que você quer dizer, exatamente, com “direitos dos animais”? Os vírus da gripe e ebola são “animais”? Vírus não têm “direitos”? E bactérias?

Vamos lembrar a Classificação Zoológica do Homem:

  • Reino – Animal

  • Filo dos Cordados – em virtude da medula espinhal e do sistema nervoso

  • Subfilo dos Vertebrados – em razão da coluna vertebral, de segmentos ósseos e da estrutura esquelética.

  • Classe dos Mamíferos – por ter sangue quente, pela prática em amamentar os filhos e pelos métodos de parição.

  • Subclasse dos Eutérios – porque a criança se desenvolve no útero materno.

  • Infra-classe dos Placentários – uma vez que o feto alimenta-se por meio da placenta.

  • Ordem – Primata.

  • Subordem – Antropóides (primatas, macacos e humanidade)

  • Infra-ordem – Catarríneos

  • Superfamília – Homínida

  • Família – Hominídea

  • Gênero – Homo (homem, único sobrevivente)

  • Espécie – sapiens

  • Variedade – Sapiens sapiens

Se a(s) teoria(s) de Marx fossem válidas para a Espécie Sapiens, teria de ser aplicável, nas CNTP, em qualquer lugar da Terra e em qualquer população, e obter os mesmos resultados.

Quais os critérios para a definição das etnias, dos idiomas – no Rio Grande do Sul se fala uma espécie de criollo, uma mistura de português com espanhol e guarany. Você vai dar aos gaúchos a distinção de um idioma próprio?

Marx não viu o capitalismo nascer – ele inventou para justificar o extermínio dos que pensavam diferente dele -, viu o INDUSTRIALISMO nascer.

Não havia capital, havia indústria e o fenômeno da produtividade, com suas conseqüências em todos os aspectos da sociedade feudal/mercantilista. Atualmente, os “conservadores” seriam, justamente, os marxistas, os neo-feudalistas.

Nada é mais conservador e reacionário do que o pensamento marxista e religioso: não muda nem evolui:

A classificação dos seres vivos surgiu há muito tempo. Desde as descobertas do suíço Gaspard Bauhin até a sua consumação por Carl Von Linné, no século XVIII, ela tem sido muito importante na definição dos nomes das espécies conhecidas.” … “Os seres vivos, também, recebem uma classificação. O nome que se dá ao sistema de classificação dos seres vivos é chamada de taxonomia. Ela classifica todos os grupos ou reinos de acordo com suas características comuns.”

Modificando as propostas de Copeland, Robert H. Whittaker, em 1959 e depois 1969, numa versão mais completa, sugeriu outra classificação, dividido em cinco reinos:

Monera – (bactérias e cianobactérias);

Protista – (protozoários e algas unicelulares);

Fungi – (fungos);

Plantae – (algas multicelulares e plantas terrestres);

Animalia – (animais).

Em 1982, Lynn Margulis e Karlene Schwartz modificaram o sistema anterior e o publicaram num livro. Já em 1990, o microbiologista, Carl R. Woese, classificou os reinos em três grandes domínios, de acordo com a análise do RNAr (principais componentes dos ribossomos) encontrados em todos os seres vivos, Archaea, Bacteria e Eucarya. As opiniões se divergem entre os cientistas e, como base, utilizam-se os cinco reinos citados.

Parece-me que aceitar que o Mensaleiro-mor Marx pudesse criar uma taxonomia baseada em renda para explicar como toda a humanidade deveria se organizar politicamente no comunismo a partir do puro extermínio dos que discordassem ou se recusassem a se submeter à ditadura do proletariado – HOLODOMOR/HOLOCAUSTO, ver http://www.SovietStory.com -, considerando o que as ciências nos trouxeram de conhecimento mais de um século após ele ter “pensado” sua “teoria”, é pura desonestidade acadêmica.

Marx era um sociopata, não um filósofo.

Você concorda que as UUFF deficitárias deveriam ter seus direitos federativos respeitados enquanto forem deficitárias?

Se populações inteiras dependem de dinheiro de outras UUFF, não seria mais correto, ético e moralmente aceito se não pudessem eleger deputados federais ou presidente da república? Pois estariam definindo as condições que imporiam aos credores para solver suas dívidas. Deve ter nome para este tipo de crime no Código Penal ….

Se você quer falar de reformas, é melhor pensar duas vezes antes de escolher o ….. reformador.

DEMOCRACIA POPULAR” – o câncer da sociedade

Os comunistas cumprem à risca o decálogo de Lênin:

1. Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual;
2. Infiltre e, depois controle todos os veículos de comunicação em massa;
3. Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a discussões sobre assuntos sociais;
4. Destrua a confiança do povo em seus líderes;
5. Fale sempre sobre Democracia e em Estado de Direito mas, tão logo haja oportunidade, assuma o Poder sem nenhum escrúpulo
6. Colabore para o esbanjamento do dinheiro público; coloque em descrédito a imagem do País, especialmente no Exterior e provoque o pânico e o desassossego na população;
7. Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do País;
8. Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não as coíbam;
9. Contribua para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes, nossos parlamentares infiltrados nos partidos democráticos devem acusar os não-comunistas, obrigando-os, sem pena de expô-los ao ridículo, a votar somente no que for de interesse da causa;
10. Procure catalogar todos aqueles que possuam armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência à causa .

OCUPAR – participar – vs – OCUPAR – apoderar-se: duplo-pensar na dupli-lpngua

Ocupar significa aqui participar das decisões (grifo meu) em prol do interesse popular e social, como está assegurado em nossa Constituição Federal de 1988. Exercer o parágrafo único do Art° 1, que proclama que “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”.

Vamos pedir ajuda ao dicionário do idioma português, para ver o VERDADEIRO SIGNIFICADO da palavra “ocupar”:

Os comunistas são TÃO CORRUptOS, e promovem a destruição de TODOS OS VALORES da sociedade ocidental, que não se vexam de falsificar o próprio idioma.

OCUPAR = APODERAR-SE (português)

OCUPAR = PARTICIPAR (marxismo)

Mas o fato REAL será a INVASÃO. O fato dos comunistas desejarem se tornar DONOS DE, de TOMAR POSSE à revelia da Lei, e de manifestarem estes objetivos claramente, mas de maneira a enganar as pessoas que não têm educação formal de qualidade, é a prova final da criminalidade que está associada às ideias proletaristas.

A corrupção moral é tão violenta que o uso da dialética corruPTa para falsificar verdades é descaradamente utilizada:

SE APODERAR DAS DECISÕES é explicitamente CONTRÁRIO ao texto do Art. 1º da CF88, que determina a REPRESENTAÇÃO por eleição ou diretamente, nos termos da CF88. Não diz que TOMAR POSSE das decisões é permitido, ao contrário, é uma violação direta à CF88.

Mesmo que a ação direta seja possível, no texto, não pode ser feita à revelia da eleição, se possível.

Ocupar
o.cu.par
(
lat occupare) vtd 1 Apoderar-se de; tornar-se dono de; tomar posse de: Novas extensões de território iam os bandeirantes ocupando. vtd 2 Tomar assento em: Ocupar uma cadeira, ocupar o trono. vtd 3 Assenhorear-se de; dominar: O amor sempre lhe ocupou o coração. vtd 4 Conquistar, granjear, obter: “Nas suas ideias, na linguagem, na estética primitiva, nas superstições, o animal amigo e paciente… devia acabar ocupando lugar proeminente” (Lourenço Filho). vtd 5 Estabelecer-se por ocupação militar em (uma praça, um forte ou um país). vtd 6 Cobrir todo o espaço de; encher; tomar (lugar no espaço): O séquito presidencial ocupou todo o salão. vtd 7 Tomar o lugar de: Já ocupou a presidência na assembleia legislativa. vtd 8 Atrair, fixar, prender; ser assunto ou objeto de: Essa é a matéria que nos ocupa a atenção. vpr 9 Aplicar a atenção, desenvolver a atividade em: “Há também um grupo da nossa gente que logo por manhãzinha se ocupa de bater a macega” (Gastão Cruls). Nem sempre se ocupava no que mais era preciso. vpr 10 Consumir ou gastar o tempo com: Ocupa-se demasiadamente com a vida alheia. Ocupou-se em organizar um álbum de figurinhas. vtd 11 Ter ou possuir por direito ou convenção: Ocupa respeitável posição. vtd 12 Desempenhar, exercer: Ocupava as funções de contabilista. vtd 13 Dar ocupação ou trabalho a; incumbir de: Ocupa poucos empregados em sua indústria. Gostaria de que o ocupassem em trabalho mais adequado. “… entusiasmado com a letra dela… ocupava-a agora incessantemente como copista” (Eça de Queirós). vtd e vint 14 fam Tornar(-se) a mulher grávida. vtd 15 Eletrôn Preencher com componentes (os soquetes de uma placa de circuito impresso).

Creio que este tipo de debate poderia ser melhor aproveitado em uma Lista de Discussão.

Inscreva-se na Lista e convide as pessoas com quem costuma trocar ideias.

Não é NasRuas que você vai mudar o país, é NasUrnas:

VOTA LIBERAL!

Outro voto é voto nos mesmos, em PROL dos mesmos, na REDE dos mesmos, não é nada de NOVO em dar o voto PROS mesmos.

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