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O Queremismo Importado

2 de maio de 2015

Não é à toa que o queremismo.br está tão forte, NasRuas, mugindo palavras de desordem política em PROL e PROS mesmo, catando Corações e Mentes como se fosse uma REDE, o Admirável Gado Novo QUER. Só que isto não é nada NOVO.

Eu Quero” isto e aquilo e, isto e aquilo é “Direito”, são mantras do populacho politico.

E vêm de todo o lugar.

Como da Espanha, um país quebrado pelo socialismo que vive de turismo e cultura árabe:

Princípios (ethos) da Fundação CitizenGO

CitizenGO é uma Fundação espanhola registrada com o número 1582, nascida da experiência e da amizade de um grupo de pessoas ansiosas por trabalhar a serviço da sociedade, de modo que a dignidade da pessoa humana e os direitos inerentes a ela sejam respeitados em todas as áreas.

Partindo de uma visão cristã do ser humano e da ordem social, nós queremos oferecer a todos os cidadãos uma ferramenta de participação e aprimoramento de nossa sociedade.

O homem é um ser racional (inteligente), livre (responsável por suas ações), moral (capaz de distinguir o bem do mal) e foi criado à imagem de Deus. Deste modo, o homem é superior ao restante do universo; é um valor em si.

Nós reconhecemos e exigimos respeito pela dignidade dos seres humanos e pelos seguintes direitos derivados dela:

  1. Direito à vida e à sua preservação, da concepção até a morte natural.
  2. Direito à integridade física, à segurança e à saúde.
  3. Direito ao respeito do ser humano individual,  a sua honra e reputação.
  4. Direito a pensar, agir e a evitar certas ações, seguindo o ditame da reta consciência.
  5. Direito à liberdade de educação.
  6. Direito à liberdade de informação.
  7. Direito à livre-associação.
  8. Direito à liberdade religiosa para honrar a Deus no âmbito privado e público, de modo individual e coletivo, segundo a reta consciência.
  9. Direito ao matrimônio, entendido como a união entre um homem e uma mulher, e à educação dos filhos.
  10. Direito ao trabalho, à iniciativa econômica e à propriedade privada.
  11. Direito a uma participação ativa na vida pública e à proteção legal do Estado.

Cada um desses Direitos dá origem a deveres correspondentes.

O homem é um ser social por natureza e precisa de outras pessoas para desenvolver e alcançar os fins naturais que não pode alcançar por conta própria. A família, nascida do consentimento mútuo entre um homem e uma mulher, é a célula básica e natural da sociedade.

A autoridade é o poder moral para administrar a res publica. Seu objetivo é garantir a liberdade e os direitos fundamentais, cuidar da ordem pública e promover o bem comum, i. e., as condições necessárias para que sejam atendidas as necessidades materiais e espirituais dos homens e mulheres que constituem uma comunidade. Em seu exercício, a autoridade deve ser submetida à Ética.

Nós acreditamos que as autoridades políticas e os agentes econômicos devem promover um tipo de Economia que sirva a pessoa. A Sociedade e o Estado devem remover todos os obstáculos para garantir que todos possam, adequadamente, ter uma vida que permita uma sustentabilidade dignificada de suas famílias, a chave do tecido social.

Nós entendemos que uma empresa tem responsabilidade perante a sociedade na qual exerce sua atividade. Um respeito pelos valores éticos, pelos empregados, pela comunidade e pelo meio-ambiente deve ser parte da estratégia de negócios de qualquer empresa.

Um senso de responsabilidade e de solidariedade em relação às gerações futuras nos impele a proteger nosso meio-ambiente local, regional e globalmente, e a adotar os compromissos necessários para atingir esse objetivo.

Os meios de comunicação em massa são essenciais para o desenvolvimento social e para garantir o direito à informação. Pedimos que eles sejam livres, verdadeiros e respeitosos com a dignidade da pessoa. Eles devem ser igualmente responsáveis, porque apresentam pessoas como modelos de vida e de comportamento a muitos cidadãos.  

Estes são os princípios básicos da ordem social: solidariedade e subsidiariedade.

  • A solidariedade  nos torna responsáveis por nossos conterrâneos, com uma preferência pelos menos favorecidos. Este princípio deveria inspirar a relação entre diferentes grupos sociais, as comunidades autônomas na Espanha e na comunidade internacional.
  • A subsidiariedade instiga os diferentes níveis que compõem uma sociedade (família, cidade, escolas e associações profissionais, empresas, comunidades educacionais, universidades, sindicatos e associações, etc.) a levarem adiante suas respectivas iniciativas de modo livre e responsável. O Estado e o Governo não podem interferir no trabalho da sociedade, a menos que seja para dar suporte à sua autonomia, e só pode compensar a ação deles quando for necessário.

Porque o homem é um ser racional e livre que pode tomar decisões por conta própria, devemos encarar a participação como um direito fundamental para a construção de uma sociedade. O direito e o dever de participar surgem dos seguintes princípios, dentre outros: (i) a Sociedade é anterior ao Estado; (ii) a Política é essencialmente uma vocação ao serviço; e (iii) os governantes têm a obrigação de escutar aqueles que governam. A participação não pode ser limitada a depositar uma cédula de votação numa urna de tempos em tempos.  

As Associações, os Meios de Comunicação em Massa e os Partidos Políticos devem ser um canal de participação do cidadão na vida pública. CitizenGo assume a tarefa de promover a participação dos cidadãos. Nós acreditamos que esta é a melhor maneira de recuperar a dignidade da res publica e de permitir que nossa democracia se torne participativa durante os anos entre as campanhas eleitorais.

É necessário abrir novos caminhos para a participação dos cidadãos, de modo que os políticos estejam verdadeiramente dispostos a servir a sociedade. A Internet e Tecnologia de Informação são ferramentas privilegiadas para alcançar isso.  

NÓS OFERECEMOS esses valores para toda a sociedade como uma proposta, e não como uma imposição, porque acreditamos que eles nos ajudam a aprimorar nosso sistema de coexistência.

Madrid,  Setembro de 2013″

Não é à toa que o queremismo.br está tão forte, NasRuas, mugindo palavras de desordem política em PROL e PROS mesmo, catando Corações e Mentes como se fosse uma REDE, o Admirável Gado Novo QUER. Só que isto não é nada NOVO.

Eu Quero” isto e aquilo e, isto e aquilo é “Direito”, são mantras do populacho politico.

E vêm de todo o lugar.

Como da Espanha, um país quebrado pelo socialismo que vive de turismo e cultura árabe:

É muita prepotência.

Tem de ser muito ignorante para dizer que “O homem é um ser racional (inteligente), livre (responsável por suas ações), moral (capaz de distinguir o bem do mal) e foi criado à imagem de Deus“.

E COMO É O deus?

Se somos mais de 7 bilhões de pessoas, e TODAS diferentes, como podemos ser à imagem de um só?

Que “imagem” é esta? Avatar?

Superioridade é, assim, tão importante, para ser parte da definição de “homem”: “o homem é superior ao restante do universo; é um valor em si.

Ou seja, se houver outras espécies inteligentes no Universo – neste ou em outro qualquer – serão inferiores ao “homem!

“Deste modo”? Então, há “outros modos”, mas você não os reconhece.

De onde você tirou esta taxonomia baseada em divindades – se você que há um deus, então deverá haver outros deuses que teriam feito os outros seres inteligentes do Universo – para afirmar tal estupidez?

Você diz que os direitos que você exige vêm da dignidade dos seres humanos? A “liberdade de educação” vem da “dignidade” dos seres humanos? Os seres humanos que não têm a “dignidade certa” não podem ser educados? Se você recusar a esposa de um esquimó estará cometendo um desrespeito muito grande, o pior. Então os esquimós não podem ser educados?

Porque você não bate na cabeça das pessoas com um cruz e diz que estão “educados”? Dá no mesmo.

Direito à vida e à sua preservação, da concepção até a morte natural.

Quem DEU este “direito” a você? Um deus? E sua mãe, não conta.

Então ELA é RESPONSÁVEL por você ter uma vida.

Mas ela não sabia o que estava fazendo, talvez nem soubesse que haveria uma vida depois de foder, muito menos saberia que seria VOCÊ.

Então, se sua mãe não sabia de você, deus não sabia de você, pois se soubesse – ou quisesse saber – teria feito você pessoalmente, não daria o trabalho à sua mãe, de onde você tirou que tem o “direito à vida”?

Sua vida é um acidente da Vida. Você não tem nenhum direito a ela. Você nem sabia que a recebera. Só ficou sabendo muitos anos depois de ter nascido. E agora, tardiamente, quer tomar …. posse  …. de “sua” vida?

Pois bem, a vida É sua … agora ….

Mas você tem de assumir as RESPONSABILIDADES por sua vida, não os direitos.

E certamente que eu ter de arcar com sua Bolsa Família não é uma responsabilidade MINHA sobre SUA vida.

Logo, vá la fora, assuma suas responsabilidades, e VIVA A SUA VIDA.

Do jeito mais racional que você puder.

Use os recursos que a Mãe Terra te dá.

E não transfira estas responsabilidades para ninguém mais.

Porque da “concepção” até a morte natural? Se alguém quiser se suicidar não terá tido uma morte natural?

Se sua esposa não puder ter filhos você vai negar a ela a concepção in vitro?

Se a morte tem de ser natural porque você não exige que a concepção também seja natural?

Direito à integridade física, à segurança e à saúde.

Isto não é um “direito”, é uma responsabilidade que você, ou outra pessoa. terá de assumir.

O DIREITO é o de SER DEIXADO LIVRE, isto é, nem o ESTADO nem outra pessoa pode AMEAÇAR SUA LIBERDADE, sua integridade física ou psicológica, sua saúde.

Mas não é algo que você COBRE DE ALGUÉM.

Sua segurança, sua saúde, sua educação, tem de ser PAGA, e é VOCÊ QUEM TEM DE PAGAR POR ELA, não eu, ou outra pessoa.

Direito ao respeito do ser humano individual, a sua honra e reputação

O que significa “respeito do ser humano individual”? Você conhece um “ser humano” que não seja individual?

Talvez a tradução do espanhol tenha sido equivocada. Talvez o autor tenha escrito que o o indivíduo tem o direito de ser respeitado. Bem, não tem. O outro é que não tem o direito de faltar ao respeito ao seu outro.

Você sabe porque? Porque o outro do outro, é VOCÊ.

NÃO É UM DIREITO.

A honra e a reputação de um indivíduo têm a ver com sua ação social, sua colaboração com os demais membros de sua comunidade. De sua interação, relacionamento, suas transações.

Porque não, de seu comportamento no MERCADO.

Sua honra e reputação você constrói e é reconhecido por seus pares.

Não é um direito.

Direito a pensar, agir e a evitar certas ações, seguindo o ditame da reta consciência

Você tem certeza que traduziu certo: “direito a pensar”?

Você sabe como alguém pode impedir alguém de usar o “direito a pensar”? Batendo na cabeça para impedir a formação de um pensamento?

E o que você acha dos “pensamentos errados”? Talvez, se tivéssemos um “pre-crime” no Brasil – com o Tom Cruise, certamente – teríamos mais chances de defender este “direito”.

Você não quer que as pessoas – lá fora, todo mundo – tenham a própria consciência, você EXIGE que tenham a RETA CONSCIÊNCIA.

Bem, que tal explicar o que é uma RETA CONSCIÊNCIA.

Direito à liberdade de educação

Parece que o autor destas bobagens não teve. Não o direito à educação, a educação.

Educar É um ato de liberdade. E de PODER. E só quem tem muita RESPONSABILIDADE pode ser um educador.

EDUCADOR. Não um freirista corruPTo.

Direito à liberdade de informação

Jogar lixo – informação ruim – no ventilador é fácil.

Defina “liberdade de informação”.

É um “direito”?

Talvez seja outro equívoco de tradução. Mas vamos pensar a respeito. Digamos que você tenha uns …. 7 bilhões de pessoas … e tenha de … dar–lhes INFORMAÇÃO.

Qual e que tipo – ou qualidade – de informação você vai dar a TODAS ELAS?

Hum …. não dá, né? A MAIORIA É MEDÍOCRE e não vai entender a informação de …. tal …. qualidade.

Basta ver a programação das televisões abertas e você verá o que os “donos” das emissoras “acham” que o público “quer”.

Logo, não existe “liberdade de informação”, porque informação É moeda, É poder, e isto não “se dá”.

Agora, que a informação tem de estar disponível livremente, isto eu concordo.

Mas “liberdade de informação” e “informação disponível livremente” são coisas bem diferentes.

Direito à livre-associação

Se você concordar que você – e outro qualquer – tem o DIREITO DE SER DEIXADO LIVRE, então esta “liberdade de livre-associação” é desnecessária.

Direito à liberdade religiosa para honrar a Deus no âmbito privado e público, de modo individual e coletivo, segundo a reta consciência

AHHHHHHHHHHH!

Finalmente, chegamos lá.

Você quer um regimezinho particular de exceção para IMPOR SUA RELIGIÃO à outras pessoas SEM QUALQUER DIREITO À LEGITIMA DEFESA contra o ATAQUE VIOLENTO à CONSCIÊNCIA PESSOAL de cada um, por sua ideologia fundamentalista mística e sua reta consciência.

Finalmente você chegou lá. No SEU paraíso. Que se danem os que não têm a SUA “reta consciência” e não reconhecem a existência deste teu deus fascista e discriminatório.

No “âmbito privado e público”? Você quer que TODAS AS OUTRAS PESSOAS SEJAM OBRIGADAS A aturar a violência contra suas consciências somente porque você “acredita em deus”?

Você faz Göebells revirar na cova. Ele quereria ser que nem você …..

Direito ao matrimônio, entendido como a união entre um homem e uma mulher, e à educação dos filhos

Vamos por partes.

Primeiro, o matrimonio.

Você quer dizer – ou o autor teria querido dizer, e você traduziu errado -, que você casar (matrimonio), um homem com um mulher, é um “DIREITO”?

Bem, que seja. E se você exercer seu direito, e depois de algum tempo a outra pessoa mudar de opinião? Qual é o direito dela?

E no que o ESTADO tem a ver com você – admitindo-se que você seja um homem – escolher uma mulher para fazer sexo e filhos?

Para “garantir” o correto uso deste “direito” o Estado teria de escolher um auditor matrimonial para estar presente em CADA CASA DE CASADOS para GARANTIR – está na CF88 que é garantido o DIREITO – que seus “direitos” seja exercidos “corretamente” – na RETA CONSCIÊNCIA.

Mas COMO grarantir? COMO o auditor vai GARANTIR?

Será que a ABNT vai ter de baixar normas técnicas para monitorizar o exercício dos “direitos”?

Agora, a educação dos casados.

Então, o tal direito à liberdade de educação só vale para os casados?

E se uma pessoa sozinha quiser adotar uma criança?

Dois homens podem adotar uma criança? Duas mulheres podem adotar uma criança?

Uma escola pode ter um professor ou professora que tenha outro professor ou professora como casal?

O que É liberdade, para você – ou para o espanhol que escreveu estas bobagens?

Direito ao trabalho, à iniciativa econômica e à propriedade privada

Vamos por partes.

Primeiro, a iniciativa privada.

PRIVADA!

Você, muito bem, o disse.

Então, eu tenho cem mil dinheiros e quero criar uma empresa chamada Cafeteria Dos Direitos Humanos.

EU tenho de decidir todos os passos do Projeto e do Plano de Negócios. Isto é, NENHUMA OUTRA PESSOA – estas pessoas cheias dos direitos a que você se refere acima – participa dos CUSTOS e dos TRABALHOS necessários para a criação do negócio.

Aí, eu tenho de CONTRATAR EMPREGADOS.

E os empregados são cheios dos direitos. A liberdade de emprego, para você, é, então, QUALQUER UM DAQUELES chegar no meu negócio e dizer: eu tenho DIREITO ao emprego. Quero o emprego. E eu TENHO DE DAR o emprego a ele?

Agora, o direito à iniciativa econômica. Sou obrigado a dizer que não entendi. Por favor, defina “iniciativa econômica”.

Finalmente, o direito à propriedade privada.

Ora, a propriedade privada é um dos pilares do LIBERALISMO.

Se você esconde tão profundamente os DIREITOS INDIVIDUAIS – se você tem um deus já abriu mão dos teus direitos individuais há muito tempo, LIBERAIS não têm senhores – mas ainda os quer reivindicar, é porque não entendeu nada do que sejam os DIREITOS INDIVIDUAIS.

Em primeiro lugar, se você tem um deus, não pode ter direitos individuais, porque já abriu mão de todas as posses e adotou um SENHOR. E ISTO, um LIBERAL NÃO ADMITE.

Direito a uma participação ativa na vida pública e à proteção legal do Estado

Vamos por partes.

Primeiro, a participação na vida pública.

Isto não existe!

Se você vive numa sociedade, sua vida É pública. Você DEPENDE de todos os demais da comunidade onde você vive, pois nossas vidas estão entrelaçadas em serviços que prestamos, uns aos outros, e nos produtos que consumimos para garantir nossa sobrevivência. Considero as pessoas que servem a comida que me alimenta, nos restaurantes que frequento, as pessoas mais importantes de minha vida: pois garantem minha vida. Me alimentam.

Não existe sociedade moderna sem terceirização.

Tudo o que você faz em sua vida é sua PARTICIPAÇÃO NA VIDA PÚBLICA. E desta participação que vem seu respeito por seus semelhantes, sua moral, seu reconhecimento, sua honra e reputação.

Finalmente, a “proteção do Estado”.

Se você clama por DIREITOS INDIVIDUAIS, então o Estado garante – e esta é a FUNÇÃO do Estado – que ninguém inicie uma ato de violência contra você, incluindo o próprio Estado. Quer prevenindo, quer punindo quem o faça.

Esta é mais uma lista de desejos para enviar para o Papai Noel ou para o Coelhinho da Páscoa. Afinal, tanta magia, só mesmo, com os mágicos.

Considerando sua opção preferencial pela pobreza divina – aliás, você não declina sua religião, apenas sua fé -, mais um pedido para o tal deus aceitar.

Me explique só uma coisa: se o teu deus é todo-poderoso, todo-presente, todo-sabedor, porque ele não fez tudo certo da primeira vez? E precisa logo de você, para consertar o que fez de errado?

Não seria você, o deus?

Cada um desses Direitos dá origem a deveres correspondentes

Vamos ver se entendi corretamente: PRIMEIRO vem os DIREITOS, e DEPOIS vem os DEVERES?

Mas, se isto está certo, QUEM fez existir o mundo que aí está para você ter DIREITOS ANTES DE DEVERES?

Ahhhhhhhhhhh!

Deus!

Claro!

Você nasce com DIREITOS e sem RESPONSABILIDADES. Depois que você cresce, e conhece deus, você ganha as responsabilidades dos direitos que você tinha ao nascer. Mas se ninguém tinha responsabilidades, de onde vêm os tais direitos?

O que é “bem comum”? Defina.

Em uma comunidade baseada em DIREITOS INDIVIDUAIS não existe nada “em comum”. Tudo é INDIVIDUAL. Ações de natureza colaborativa podem, e devem, ser tomadas, e esta é a condição para a existência da POLÍTICA.

E este é o papel do POLÍTICO.

Logo, o “bem comum” não é definido, a priori, por você, mas a cada dia, e pelas pessoas INDIVIDUAIS envolvidas nas necessidades objeto da ação de colaboração de todos.

De Resto

De resto, conceitos e ideias LIBERAIS que deveriam nortear as propostas políticas da “ONG” e que são as bases do LIBERALISMO, e não do QUEREMISMO.

A EDUCAÇÃO da população é uma das primeiras responsabilidades dos LIBERAIS, e esta “ONG” não tem por princípio a educação da população, mas a IMPOSIÇÃO de valores muito particulares e privados – eminentemente religiosos – à população em geral, DOMINANDO OS POVOS EM NOME DE UM DEUS FASCISTA E CORRUPTOR. Conforme Dawkins, em A Ilusão de Deus:

O Deus do Antigo Testamento é talvez o personagem mais desagradável da ficção: ciumento, e com orgulho; controlador mesquinho, injusto e intransigente; genocida étnico e vingativo, sedento de sangue; perseguidor  misógino, homofóbico, racista, infanticida, filicida, pestilento, megalomaníaco, sadomasoquista, malévolo. Aqueles que são acostumados desde a infância ao jeitão dele podem ficar dessensibilizados com o terror que sentem. Um naïf dotado da perspectiva da inocência tem uma percepção mais clara. Randolph, filho de Winston Churchill, conseguiu — não sei como — permanecer ignorante em relação às Escrituras até que Evelyn Waugh e um irmão soldado, na vã tentativa de manter Churchill quieto quando eles estavam no mesmo destacamento, apostaram que ele não seria capaz de ler a Bíblia inteira em quinze dias: “Infelizmente isso não surtiu o efeito que  esperávamos.

Ele nunca tinha lido nada dela e está horrivelmente entusiasmado; fica lendo citações em voz alta: ‘Garanto que vocês não sabiam que isso veio da Bíblia…’, ou então fica se remexendo e dando risada: ‘Meu Deus, Deus não é um merda?'”.16 Thomas Jefferson — mais informado — tinha opinião parecida, descrevendo o Deus de Moisés como “um ser de caráter terrível — cruel, vingativo, caprichoso e injusto”.

É injusto atacar um alvo tão fácil. A Hipótese de que Deus Existe não deve ser sustentada ou ser derrubada com base em sua instância mais desagradável, Javé, nem em seu oposto, o insípido rosto cristão do “Jesus gentil, manso e suave”.* (Para ser justo, essa persona efeminada deve-se mais a seus seguidores vitorianos que ao próprio Jesus. Será que alguma coisa pode ser mais açucarada e enjoativa que o “Todas as crianças cristãs devem ser/Calmas, obedientes, boas como ele”,** de C. F. Alexander?) Não estou atacando as qualidades específicas de Javé, ou Jesus, ou Alá, ou de nenhum outro deus em particular como Baal, Zeus ou Wotan. Definirei a Hipótese de que Deus Existe de modo mais defensável: existe uma inteligência sobre-humana e sobrenatural que projetou e criou deliberadamente o universo e tudo que há nele, incluindo nós. Este livro vai pregar outra visão: qualquer inteligência criativa, de complexidade suficiente para projetar qualquer coisa, só existe como produto final de um processo extenso de evolução gradativa. Inteligências criativas, por terem evoluído, necessariamente chegam mais tarde ao universo e, portanto, não podem ser responsáveis por projetá-lo. Deus, no sentido da definição, é um delírio; e, como os capítulos posteriores mostrarão, um delírio pernicioso.

Não é de surpreender, já que ela se baseia mais em tradições locais de revelações específicas do que em provas, que a Hipótese de que Deus Existe apareça em várias versões. Os historiadores da religião reconhecem uma progressão de animismos tribais primitivos, passando por politeísmos como os dos gregos, romanos e nórdicos, até os monoteísmos, corno o judaísmo e seus derivados, o cristianismo e o islã.”

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