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Diálogo Impertinente: Marcio Carneiro vs Flavio Morgenster vs Wombatmucholoco

18 de fevereiro de 2015
Precisamos falar sobre o impeachment
 
Por Flavio Morgenstern em 15/02/2015
 
Há um muxoxo recente sobre o impeachment da presidente Dilma Rousseff, devido sobretudo aos desmandos na Petrobras, no que já é chamado de “petrolão”.
 
Será que é algo sério, ou apenas modismo que esqueceremos em alguns dias? Procurando no Google Trends pelas pesquisas recentes feitas no Brasil através do Google pela palavra “impeachment”, deparamo-nos com o seguinte quadro:
 
Quando ao menos 10% das buscas feitas no Google envolvem uma palavra, como “pizza”, o quadro do Google Trends considera esta palavra como de valor 100. Seria aquela palavra de ouro para se determinar o que está interessando as pessoas. Um publicitário que tenha uma campanha envolvendo uma palavra dessas já pode ir adiantando a compra de um Porsche.
 
No quadro, vemos que o primeiro pico de pesquisa da palavra é no auge do escândalo do mensalão, em 2005, aquele ano que o PT “pulou” quando fez um retrospecto de seus 10 anos no poder.
 
Lula, ainda encarado como “o presidente dos pobres”, resolveu se distanciar de seu então futuro sucessor, José Dirceu, garantiu que havia sido traído e pediu desculpas à nação em agosto. Ou seja: afirmou que o dinheiro que favoreceu o PT foi posto em seu bolso sem o seu conhecimento.
 
Já fora do governo, Lula garantiria que iria provar que o mensalão foi uma ”farsa” inventada pela “mídia”. Essa mídia, chamada de “golpista” por Marilena Chaui, eternizando o termo, nunca cobrou de Lula se ele crê que Dirceu na verdade é inocente, e se deveria mesmo ser nosso presidente no lugar de Dilma Rousseff.
 
Outro pico da palavra “impeachment” sendo pesquisada acontece em junho de 2013. Ali, não se trata apenas de pedidos de impeachment, mas de dúvidas da população. O país passava por um momento que não foi compreendido por quase nenhum analista palpiteiro no país, com “diagnósticos” que acertavam cada vez mais para longe do alvo. Livros ainda precisam ser lançados sobre o tema. Contudo, Como se vê, o interesse não durou um mês.
 
Mas o primeiro grande momento de busca pelo termo impeachment aparece em outubro de 2014. Em plena reta final das eleições, vêm à tona o escândalo do petrolão, para quem ainda não tinha percebido que a Petrobras conseguiu ser a única petrolífera do globo a conseguir dar prejuízo e valer menos ainda em 2010.
 
Dilma Rousseff, quando ministra, cuidava justamente dessa área. E deu aval para a desastrosa compra da refinaria de Pasadena, numa negociata feita para tirar dinheiro do pagador de impostos brasileiro “legalmente” e mandar para a Bélgica. E o doleiro Alberto Youssef, em delação premiada, ou seja, tendo a pena diminuída a cada vez que conta uma verdade sobre os crimes que possa ser posteriormente comprovada, diz que Lula e Dilma sabiam de tudo.
 
O escândalo piorou justamente na última semana antes do pleito, o que fez com que o PT invadisse a sede da editora Abril e vandalizasse o prédio, num ato ditatorial comparável à queima de livros pela Inquisição ou pelos comunistas e nazistas. As chances de reeleição de Dilma diminuíam dia após dia. Com uma contagem secreta, Dilma Rousseff foi reeleita com uma vantagem tão ínfima que é comparável ao pequeno colégio eleitoral de Pernambuco, do ex-governador Eduardo Campos, morto antes do primeiro turno.
 
Apesar do aumento de menções ao impeachment, naquele mês, apenas notícias buscadas por especialistas e pessoas que consomem o noticiário e as análises políticas cicladianamente estavam interessadas no processo de impeachment que se avizinhava com cada vez mais clareza. Não era um tema a adquirir clamor popular. Os petistas, que hoje forçam isso para fora de suas memórias, tentavam encontrar honradez e lisura em Graça Foster e Nestor Cerveró. Hoje, lulamente, dilmamente, fingem que não têm nada a ver com isso.
 
 
Mas o surpreendente vem na parte final do gráfico. Com Dilma já reeleita, o interesse pela palavra cai de 68 em outubro para 26 em novembro e apenas 7 em dezembro. A nota aumenta um ponto em janeiro e… de 8, passa para 100 em fevereiro. Quase uma ascensão vertical.
 
100. Um décimo das pesquisas feitas envolve tal palavra. Textos que tratem de impeachment pontuam melhor no Google. Pessoas que entendem nada de ciência política (apesar de trabalharem com isso), mas muito de comunicação, como a blogosfera progressista ou as crianças de Antonio Negri do Fora do Eixo, já cuidam de falar de impeachment e tentar proteger a presidente antes do assunto ser dominado por alguém que não eles, que dominaram o vocabulário e a narrativa histórica em sua inteireza nas últimas décadas.
 
related-searchesA busca por impeachment diz respeito mesmo a Dilma, não a pesquisas históricas sobre Collor – na maior parte das vezes, simplesmente colocado em contrapelo ao caso atual. Temas relativos, como a busca por Michel Temer, o vice-presidente que só foi assunto quando o país foi apresentado à sua bela esposa na posse de Dilma, também crescem.
 
Para se ter uma idéia olhando para o globo, no cômputo total de 2014, a palavra “impeachment” só foi mais buscada nas Filipinas, onde o presidente Benigno Aquino III sobreviveu a um impeachment, e na Nigéria, atormentada pelo segundo pior grupo terrorista atual, o Boko Haram (desconfia-se que ajudado pelo próprio governo). Em terceiro lugar, aparece o Brasil.
 
Como podemos interpretar tais dados?
 
Em primeiro lugar, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, do sempre inquieto PMDB, mas que foi aliado fiel do PT até agora, foi um claro recado do “meião” para o PT: o Partido vermelho não possui mais base aliada. Agora, terá de encarar um neopentecostal como presidente da Câmara: e primeiro na sucessão caso um impeachment que envolva o processo eleitoral aconteça, derrubando também o vice – o que as investigações da Operação Lava-Jato da Polícia Federal cada vez mais se aproximam de comprovar. O PMDB já mira se livrar do esgoto de política que é o PT – esgoto que agora veio a público.
 
Todavia, Cunha deixou claro que não é a favor de impeachment. Claro que Eduardo Cunha não está declarando do posto de um filósofo político delimitando suas mais profundas convicções, mas sim agindo como um político: se até agora não se viu nas ruas muitas manifestações favoráveis a um impeachment, por que ele as defenderia sozinho?
 
O recado também precisa ser decifrado: assim como Aécio disse reconhecer o resultado das urnas, para não protestar sozinho, Cunha quer o apoio da população. Impeachment é um procedimento político, em que se recusa os desmandos de um político no poder com uma nova votação. Não se inicia tal votação sem apoio popular, ao contrário da cassação do mandato (que também mandaria o vice Temer para o brejo junto), outra realidade que Dilma pode ter de encarar, conforme avança a Lava-Jato.
 
Entretanto, as próprias pesquisas no Google, os professores de humanidades petistas desesperados em explicar para seus alunos que Temer é pior do que Dilma (ora, quem votou em Temer foi quem votou na Dilma, até aparecia a fotinho dele para se confirmar) e que a oposição é canalha e tudo é culpa de FHC e dos militares (não se culpa Sarney e Collor, por serem apaniguados petistas), que “impeachment é golpe”, que a “democracia” não se sustenta tirando políticos ruins do poder – tudo isto mostra que o clamor pelo impeachment agora existe.
 
 
Falta agora transformar em ação. Assim como o impeachment parecia uma realidade próxima em junho de 2013, mesmo sem alguma concretude, agora ele pode aparecer de forma clara para quem não entende o subterrâneo da política (como o fato de o mensalão significar totalitarismo, e não apenas corrupção), e a substancialidade dos motivos para o impeachment são deslindados ao povo e aos incultos que escrevem sobre política sem entender seu próprio objeto de estudo.
 
Além da base rachada e das denúncias virem à tona, há algo pior para Dilma: sua popularidade foi caindo continuamente. Pode-se dizer que Aécio apenas não estava disparado em primeiro lugar já no primeiro turno graças à população conhecê-lo pouco e a campanha de difamações e calúnias que os petistas, dominantes na mídia e nas escolas, fizeram à sua imagem, sem ninguém responder por ele (mas mesmo assim, as mentiras não pegaram bem, nem mesmo na camada da população menos informada). Mas tão logo se conhecia melhor Aécio e o PT, a popularidade deste último minou.
 
Ora, Dilma se sustentou com base em mentiras, embora sua popularidade foi se evaporando. Com ela, os votos do próprio PT. Foi de 61,27% em 2002 para 60,83% em 2006, caindo para 56,05% em 2010 e 51,64% em 2014. Os números ainda são bem enganosos: em nenhum momento Dilma se elegeu com a maioria dos votos: foram 38% dos votos totais.
 
Para coroar o bolo cerejosamente, há o golpe fatal: o PT sempre soube fazer política de ruas, com “movimentos sociais” como MST e CUT quebrando tudo com os velhos “Fora FHC e o FMI” para fazer propaganda de massa voltada ao povo.
 
Seu poder de mobilização popular simplesmente SUMIU. Isto não é uma opinião, é um fato. Um ato de rua a favor da presidente reeleita Dilma Rousseff em São Paulo, em pleno MASP na Avenida Paulista com o seu “protestódromo” que sempre pára a avenida, reuniu apenas 70 pessoas, contando membros da direção do PT.
 
Vivemos numa era de informação em rede, não apenas de mídia de difusão em massa. O PT soube cooptar bem as duas mídias, não tendo mais nenhum risco de haver uma grande “infiltração” de jornalistas e opinantes anti-progressistas nos grandes jornais por muitos e muitos anos.
 
Contudo, a mídia social é inquieta. E não consegue encobrir rapidamente todas as notícias com as mentiras oficiais do partido (por isso Dilma, quando em crise, chama o marqueteiro João Santana, e não alguém para punir ladrões – do contrário, Dilma correria o risco de praticar uma auto-punição).
 
Trabalhar os ânimos do povo em rede, sem um canal de direção geral, nem sempre favorece o PT. E não há mais chance de ignorar que “a palavra I” entrou na discussão nacional. Com agravantes: a população inculta e sem contato com a realidade, que é a base eleitoral petista par excellence, fica alheia a tais debates, deixando o grosso da questão diante de pessoas que estudam mais o assunto e… não são engabelados pelas mentiras do PT, como a maioria da população.
 
Os tempos nunca foram tão negros (e não apenas por causa do petrolão) para o PT. É hora de tomar as ruas, mostrar aos deputados que a população, sim, quer o impeachment e que eles, que querem nos representar em nome da reeleição, devem ouvir tal clamor. O PT continuará tendo os seus fiéis acólitos bem alimentados com verbas públicas (é “publicidade” da Petrobras! da Caixa! do Banco do Brasil! do BNDES! é Lei Rouanet!) e serão apenas os fanáticos radicais que sempre foram.
 
Para retomar a racionalidade no país, antes é preciso mobilizar textos, artigos, campanhas virtuais, Trending Topics do Twitter, posts no Facebook, fazer manifestações ruas e falar a palavra que os controladores das palavras brasileiros não querem que nós falemos. É a palavra I. Precisamos ter uma conversa séria. O impeachment é uma realidade próxima.

Flavio Morgenstern

Analista político, palestrante e tradutor. Escreve para jornais como Gazeta do Povo, além de sites como Implicante e Instituto Millenium. Em breve lançará seu primeiro livro pela editora Record.

ViaBsb – Revista de Opinião

15/02/2015 às 5:45 pm
 
Não existe impeachment no arcabouço jurídico brasiliano.
 
E a cassação do mandato já foi decidida na eleição.
 
Se há crime organizado no governo e o povo ainda assim votou nos criminosos, então é porque o povo quer sua parte.
 
Você tem de decidir de que lado você está: você é um criminoso, você é um eleitor de criminoso ou você é a vítima.
 
E agir de acordo.
 
Simples assim.
 
Uma forma de agir em legítima defesa é comprar TUDO do exterior, não importa quanto seja o imposto.
 
Por que?
 
Porque o dinheiro do imposto vai para o crime organizado, o que você (se for a vítima), já mostrou não ser capaz de mudar. Logo, não vai para os que querem “a parte deles”.
 
Então, o dinheiro que paga o serviço ou produto NÃO VAI PARA UM NOVA VAGA DE TRABALHO de um “eleitor do crime organizado”, isto é, será mais um que não vai ter trabalho, não vai ter o investimento necessário a esta vaga de trabalho, o que significa MENOS IMPOSTO a ser recolhido, o que significa que o IMPOSTO VAI AUMENTAR, o que, no fim, vai QUEBRAR O GOVERNO.
 
Ah, sim, as empresas …. já quebraram …
 
Mas é o único modo de não contribuir com eles e ainda contribuir a seu favor …. em longo prazo.

Alex Reis

15/02/2015 às 10:46 pm
Caros Sr. do PLBr., nossa a ideia é um pouco louca, mas acho que pode dar certo. Acho que outra forma de minar esta facção criminosa é não consumir produtos deles, um site que é braço do PT é o IG, eu desviei meus e-mails para o Yahoo e praticamente não abro mais o site do IG. Lembrem o IG esta ligado a Oi que foi a mesma responsável pelo envio dos dados da eleição em modo NÃO seguro e dados muito suspeitos, e também que tem uma divida imensa, e deu um golpe milionário aos acionistas minoritários.
Pra encerar Impeachment Já, fora Dilma, fora Min. Justiça Eduardo, fora Renan, fora Temer, cadeia para TODA A CÚPULA DO PT.

Wombatmucholoco

18/02/2015 às 10:48 am
É sério isto? Então “não existe impeachment no arcabouço jurídico brasileiro”?
Basta apenas uma “googlada” para desfazer esta bobagem. Ou utilizar a lógica se for mais fácil.
A impugnação do mandato eletivo ou “Lei do Impeachment” é a lei nº 1.079, de 10 de abril de 1950, ou 1079/50. Não vou entrar nas minúcias da mesma, mas o comentarista pode ler tudo aqui (http://presrepublica.jusbrasil.com.br/legislacao/109850/lei-do-impeachment-lei-1079-50).
Ou utilizando a lógica: o Sr. Fernando Collor de Mello foi apeado da presidência utilizando o quê, um saquinho de jujubas?
No mais, urna eleitoral não é tribunal, não absolve nem condena ninguém. Votar mal é estúpido mas também não é crime e portanto não transforma ninguém em criminoso ou cúmplice automaticamente, ainda que haja em muitos casos a cumplicidade moral.
Pessoas que dizem que tudo é “simples assim” em geral não tem a menor ideia da complexidade do assunto que quer simplificar.
Comprar tudo no exterior? É a única maneira de “as vítimas” se defenderem?
É muito mais barato, prático e rápido e FACTÍVEL comprar livros editados aqui no Brasil mesmo, se instruir sobre o que está acontecendo e depois esperar a próxima eleição e fazer o certo, com o óbvio benefício de leituras de alto nível, manter a distância dos canais de televisão e rádio petistófilos, e desenvolver com sorte alguma opinião sensata.

ViaBsb – Revista de Opinião

Em atendimento à proposta “Basta apenas uma “googlada” para desfazer esta bobagem. Ou utilizar a lógica se for mais fácil”, “googlando”: https://translate.google.com.br/?hl=pt-BR&tab=wT#en/pt/impeachment/.
 
Considerando que a colonização da linha portuguesa pela língua inglesa – os idiomas não têm culpa, os ignorantes que se deixam colonizar, têm -, já autoriza “googlar” e pedir “impeachment”, podemos entender porque tanta dificuldade para “brasileiros” entenderem o propósito de sua existência no Brasil: serem colonizados.
 
Preliminarmente, não sou brasileiro, sou BRASILIANO.
 
O genitivo de quem nasce no Brasil é brasiliano. Brasileiro é mais uma forma de colonização e submissão à cultura alienígena.
 
Agora você sabe de onde vem a bobagem.
 
“É sério isto? Então “não existe impeachment no arcabouço jurídico brasileiro”?”
 
SIM, é sério. NÃO EXISTE “impeachment” no arcabouço jurídico brasiliano.
 
Mas se você não acredita, veja em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L1079.htm/ e procure pela palavra “impeachment”.
 
Em http://presrepublica.jusbrasil.com.br/legislacao/109850/lei-do-impeachment-lei-1079-50/, a lei “Define os crimes de responsabilidade e regula o respectivo processo de julgamento”, NÃO DE IMPEACHMENT.
 
No texto aludido a palavra “impeachment” aparece uma única vez, no título do artigo MAS NÃO NO TÍTULO DA LEI.
 
LOGO, NÃO EXISTE IMPEACHMENT” NA LEI BRASILIANA.
 
“A impugnação do mandato eletivo ou “Lei do Impeachment” é a lei nº 1.079, de 10 de abril de 1950, ou 1079/50”, NÃO, NÃO É! A publicação do JusBrasil NÃO É TEXTO OFICIAL.
 
 
“Ou utilizando a lógica: o Sr. Fernando Collor de Mello foi apeado da presidência utilizando o quê, um saquinho de jujubas?” é típica provocação de brasileiro ignorante que lê mas não vê e não entende.
O Presidente não foi apeado porque não montou na Presidência.

mon.tar 

(lat vulg *montare) vtd, vti, vint e vpr 1 Pôr(-se) sobre (uma cavalgadura); cavalgar: Montava um cavalo ruço. Era capaz de montar num touro bravio. Montou (ou: montou-se) e partiu. vint 2 Praticar equitação: Montava garbosamente. vti e vpr 3 Colocar-se a cavalo sobre alguma coisa, cavalgando-a: As bruxas montam em cabos de vassouras. O garoto montara-se no corrimão da escada. vtd 4 Dispor, preparar para entrar em funcionamento: Montar uma máquina, um aparelho científico. vtd 5 Pôr em cena: Montar uma peça teatral. vtd 6 Abrir, organizar (estabelecimento comercial, fábrica, indústria): “…venho estudar a localidade e ver se é possível montar aqui uma botica” (Monteiro Lobato). vtd 7 Colocar, sobrepor: Montou a perna esquerda sobre a direita. vtd 8 Prover do necessário: Montar uma residência. Montou casa para a filha. vtd 9 Avaliar, estimar, orçar: Montaram em US$ 50.000,00 o apartamento. vti 10 Atingir uma determinada importância, chegar a: Montaram a US$ 2.000,00 os palpites para o jogo. vtd e vti 11 Aproveitar, importar, servir, prestar, valer: “Os porquês dessa desunião… nenhuma coisa montam… e as consequências dela montam tudo” (Padre Antônio Vieira). Tais reações para nada montam. 12 vtd Engastar: “Montar a pedra preciosa” (Morais). 13 vint Ir ficando mais cheio; crescer: A maré começava a montar. Montar em alguém: dominá-lo, submetê-lo. Montar em osso: montar em pelo, sem sela no dorso da cavalgadura. Montar estado: passar a ter vida faustosa. Montar no (ou: num) porco: ficar desconcertado, encabulado, em situação humilhante e ridícula. Montar-se no cachaço de: a) submeter, sujeitar; b) perseguir com pedidos.
 
 
Dicionário de Português OnlineSignificado de “apear” Moderno Dicionário da Língua Portuguesa

apear 

a.pe.ar 
(a1+pé+ar2) vtd 1 Desmontar, fazer descer, ajudar a descer, tirar da cavalgadura, da carruagem, do carro, do trem: Apeou-a com delicadeza. Colocou-a no carro e apeou-a em casa. vti, vint e vpr 2 Descer do cavalo, da carruagem, do carro, do trem: O soldado apeou do carro blindado. Apearam na encruzilhada. Apearam aqui dois cavaleiros. Apeara-se o sertanista para cumprimentar-nos. De um belo carro apeou-se uma senhora. Montou e, minutos após, apeava-se na farmácia. vtd 3 Demolir: Apear uma casa, apear uma parede. vtd e vpr 4 Demitir(-se), depor(-se), privar(-se) de cargo, comando, emprego, honra, ofício: Apearam do trono o velho imperador. Apeou-se do poder a trindade ilustre dos Andradas. vtd 5 Abater, derribar: A falência apeou-o da soberba.

A – impeachment – http://dictionary.reference.com/browse/impeachment?s=t

[im-peech-muh nt] 
Spell Syllables
Examples Word Origin
noun
1. the impeaching of a public official before an appropriate tribunal.
2. (in Congress or a state legislature) the presentation of formal charges against a public official by the lower house, trial to be before the upper house.
3. demonstration that a witness is less worthy of belief.
4. the act of impeaching.
5. the state of being impeached.
Origin Expand
Middle English
1350-14001350-1400; Middle English empechement < Anglo-French. See impeach, -ment
Related forms Expand
nonimpeachment, noun

B – impeach – http://dictionary.reference.com/browse/impeach

[im-peech] 
IPA Syllables
Synonyms Word Origin
verb (used with object)
1. to accuse (a public official) before an appropriate tribunal of misconduct in office.
2. Chiefly Law. to challenge the credibility of:
to impeach a witness.
3. to bring an accusation against.
4. to call in question; cast an imputation upon:
to impeach a person’s motives.
5. to call to account.
noun
6. Obsolete, impeachment.
Origin Expand
Middle EnglishAnglo-FrenchLate Latin
1350-14001350-1400; Middle English empechen, enpeshen < Anglo-French empecher < Late Latin impedicāre to fetter, trap, equivalent to Latin im- im-1 + pedic(a) a fetter (derivative of pēs foot) + -ā- thematic vowel + -re infinitive suffix
Related forms Expand
impeacher, noun
unimpeached, adjective
Synonyms Expand
4. question, challenge, impugn.

C – forfeit – http://dictionary.reference.com/browse/forfeit

[fawr-fit] 
Spell Syllables
Synonyms Examples Word Origin
noun
1. a fine; penalty.
2. an act of forfeiting; forfeiture.
3. something to which the right is lost, as for commission of a crime or misdeed, neglect of duty, or violation of a contract.
4. an article deposited in a game because of a mistake and redeemable by a fine or penalty.
5. forfeits, (used with a singular verb) a game in which such articles are taken from the players.
verb (used with object)
6. to subject to seizure as a forfeit.
7. to lose or become liable to lose, as in consequence of crime, fault, or breach of engagement.
adjective
8. lost or subject to loss by forfeiture.
Origin Expand
Middle EnglishOld FrenchMedieval Latin
1250-13001250-1300; Middle English forfet < Old French (past participle of forfaire to commit crime, to lose possession or right through a criminal act) < Medieval Latin forīs factum penalty, past participle of forīs facere to transgress, equivalent to Latin forīs outside, wrongly + facere to make, do
Related forms Expand
forfeitable, adjective
forfeiter, noun
nonforfeitable, adjective
nonforfeiting, adjective
reforfeit, verb (used with object)
Expand
Synonyms Expand
7. surrender, yield, relinquish, forgo, waive.
 
Quanto à sua interpretação do “voto útil” – https://viabsb.wordpress.com/2014/09/28/mais-uma-carta-chorosa-do-passaralho-quero-quero/ -, “Votar mal é estúpido mas também não é crime e portanto não transforma ninguém em criminoso ou cúmplice automaticamente, ainda que haja em muitos casos a cumplicidade moral”, você diminui a importância da imoralidade de votar em ladrão, ladra, corruPT(a)os, terroristas, assaltantes de bancos, et caterva …, minimizando (talvez seu voto útil no pt) o erro mais grave na política: o voto útil – https://viabsb.wordpress.com/2013/04/02/o-discurso-do-menos-ruim/.
 
Você parece ter cacoete ideológico de por palavras na boca de outrem – muito marxista, isto.
 
Eu não disse que comprar tudo no exterior é a ÚNICA maneira de as vítimas se defenderem: “Uma forma de agir em legítima defesa é comprar TUDO do exterior, não importa quanto seja o imposto”.
 
Você mentiu para dizer que eu disse algo que não disse.
 
Parece que você é um dos idiotas que gritou “o petróleo é nosso”: “É muito mais barato, prático e rápido e FACTÍVEL comprar livros editados aqui no Brasil mesmo”, para fazer o discurso do “o livro é nosso”.
 
 
por Richard Dawkins e Fernanda Ravagnani
Capa comum
R$64,00
 
 
The God Delusion Paperback – January 16, 2008 – http://www.amazon.com/The-God-Delusion-Richard-Dawkins/dp/0618918248
by Richard Dawkins  (Author)
 
Paperback – $10.84
Finalmente, o típico “politicamente correto” NÃO FAZ NADA POR 4 ANOS E ESPERA PARA FAZER CERTO NA HORA DE VOTAR: “e depois esperar a próxima eleição e fazer o certo”.
E vota no MENOS RUIM!
 
BRAVO!
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