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Financiamento de campanha nos EUA também é palco de DEBATE

1 de fevereiro de 2015

 

Grupo procura final da controversa medida de financiamento de campanha

Por Jack Brammer – jbrammer@herald-leader.com

Google Translator | January 21, 2015 | Jack Brammer |

Frankfort  –  Cinco anos atrás, a Suprema Corte dos Estados Unidos abalou o mundo das finanças de campanha, ao considerar que as empresas e os sindicatos podem gastar quantidades ilimitadas de dinheiro em campanhas políticas.

Desde então, uma parte muito pequena do público americano – 0,01 por cento – doou 40 por cento de todas as contribuições.

Isso precisa ser parado, disse que um pequeno grupo em frente ao Capitólio quarta-feira que ofereceu a estatística a repórteres.

Eles estavam em apoio a uma 28ª emenda à Constituição dos Estados Unidos para acabar com a decisão do Tribunal Superior 2010 chamada “Citizens United”.

Uma pequena parte deste país está a financiar eleições e, com efeito, controlando o seu resultado, disse Richard Beliles, um advogado de Louisville que é presidente da causa comum de Kentucky.

O grupo faz parte da organização Causa Comum nacional que defende estado aberta, honesta e acessível e do governo local.

Causa Comum realizou comícios em todo o país terça-feira similares ao que no Capitólio Kentucky e instou os membros do Congresso para se juntar aos esforços de contenção de gastos de campanha.

No país onde os princípios liberais estiveram presentes na política por maior tempo que em outros lugares da Terra, as medidas de caráter “social” estão minando a capacidade do povo de produzir as soluções para os problemas que o liberalismo dos Pais Fundadores não resolveu, mais os problemas que o próprio liberalismo cria.

O medo de entregar o poder aos eleitos – e a incapacidade de eleger melhores líderes – está produzindo uma geração que não se compara aos “Founders Fathers“: os “Founders Fuckers“.

Mediocracia & Oclocracia

Se a maioria da população não se mobiliza para juntar o dinheiro que pagará a ação de seus representantes a culpa não é dos que conseguem fazer isto. Sempre haverá uma minoria mais capaz, isto é próprio da espécie humana. E a atitude de não eleger os mais capazes, justamente porque são MAIS capazes, é que vai entregar os países à uma mediocracia ou à uma oclocracia.

Os brasilianos conhecem muito bem a oclocracia:

“Oclocracia (do grego clássico ὀχλοκρατία, composto de ὄχλος «multidão, massa» e -κρατία «governo») não é, rigorosamente, uma forma de governo, mas uma situação crítica em que vivem instituições, ao sabor da irracionalidade das multidões.

O termo indica o jugo imposto pelas multidões ao poder legítimo e à lei, fazendo valer seus intentos acima de quaisquer determinações de Direito Positivo.

A oclocracia também pode ser definida como o abuso que se instala num governo democrático quando a multidão se torna senhora dos negócios públicos.”. – https://pt.wikipedia.org/wiki/Oclocracia/.

Não é apenas o dinheiro que faz eleições, mas a qualidade do candidato e do eleitor. Você não pode alegar a culpa da fábrica por fazer um refrigerante que acaba com teus ossos, se você bebe por que quer beber.

Ou proibir a fabricação de garfos e facas porque a maioria dos crimes é cometido com facas.

É um pensamento simplificador – a favor do socialismo – alegar a fraqueza dos fracos ou a incompetência dos incompetentes.

Populações são feitas de milhões de pessoas, não é possível exigir que 60% (ou qualquer outro número) sejam “bons”, ou “politicamente corretos”, para “merecerem” ter uma eleição dos “melhores” (sem um melhor votando) sem a existência do poder econômico.

O poder econômico é a predação natural na nova floresta: a do asfalto, a do concreto. Sob novas regras de sobrevivência: o trabalho remunerado com dinheiro.

Para os que não entenderam, os que perdem empregos não são mortos, apenas perdem os empregos. Não são impedidos de ter outro trabalho, o que não nega a dificuldade disto.

Mas é completamente diferente da predação pela sobrevivência nas florestas.

Não evoluímos como espécie nos pouco mais de 200 anos de industrialismo, mas evoluímos muito nas condições de vida e do ambiente transformado.

E não somos mais tão bem adaptados ao nosso novo ambiente, pois nossa espécie tem o equipamento desenvolvido para sobreviver em outro ambiente. Talvez seja esta inequação: espécie evoluída para sobreviver predando a própria e outras espécies e ter de fazer isto sob novas regras, e em um novo lugar.

Talvez não estejamos sendo capazes de explicitar estas novas regras de forma a sermos beneficiados e estejamos (predando) prejudicando nossos semelhantes com regras incompletas.

Mas não podemos perder de vista quem somos e como seremos quem somos no novo ambiente.

E o LIBERALISMO se baseia na existência de regras claras e válidas para todos, inclusive para quem as faz, e para um sem número de casos futuros. No Direito Humano, da Propriedade Privada, da Livre Expressão e da Posse da Própria Vidae, especialmente, de não ser obrigado por terceiros, inclusive o Estado e o governo, a fazer algo por ato violento.

E imposto É um ato de violência contra a propriedade privada.

Talvez a construção de um Sistema Jurídico a partir dos princípios LIBERAIS seja a saída, afinal, tais princípios foram a mola-mestra até o início do século XIX, quando este mesmo medo criou as ideologias proletaristas e todo o mal que se abateu sobre a Terra durante o século XX.

Dispensa-se provar o mal do proletarismo (socialismo, social-democracia, comunismo, fascismo e imperialismo japonês e chinês) depois de mais de um século de destruição humana e material. A história é a prova material do mal do “trabalhador“.

O mundo pode ter liderança ruim, mas não pode ficar sem liderança.

E não é a maioria que vai eleger o líder, ou não será o líder, será o bode expiatório da mediocracia e da oclocracia.

Talvez a democracia seja parte do problema.

Mas …. isto é uma outra história ….

Moustache, Irma La Dulce”.

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