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VOTA NULO!!

8 de maio de 2014

VOTA NULO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Se TODOS VOTARMOS NULO somente os ladrões e corruPTos irão votar neles mesmos e SEUS FILHOS SABERÃO QUEM SÃO OS PAIS.

Qualquer voto legitima o sistema que está e seus operadores.

Um VOTO INDEPENDENTE É O VOTO NULO, que diz para todo mundo que NÓS NÃO QUEREMOS e o que queremos não está sendo proposto por NENHUM DELES.

Todo o DISCURSO DE VOTO ÚTIL é INÚTIL para nós e ÚTIL para eles.

Mas então, o que fazer?

Começar do princípio, como os nazistas e os comunistas fizeram, como todo mundo tem de fazer se quiser fazer algo.

Em primeiro lugar, é preciso termos um consenso sôbre QUAL O PARTIDO POLÍTICO QUE SERÁ HEGEMÔNICO no campo dos Liberais, Sociais-democratas e trabalhistas.

Sem nunca esquecer que existe uma grande identidade entre o Partido Nacional-socialista dos Trabalhadores do Brasil – PT, e o PSDB, pois ambos têm na social-democracia a base ideológica e a prática política, respeitando as diferenças nas duas vertentes de militância político-partidária.

Até mesmo a imprensa estrangeira é unânime em afirmar que não existem muitas diferenças entre o PT e o PSDB.

Já na campanha de 1994 a CNN mostrava pontos de concordância em maior número do que as discordâncias.

A oposição política e ideológica posta pelo PSDB não se configurou em ampliação de partidários ou eleitores.

O centro das propostas de natureza econômica focam na ação do Estado, do uso da máquina pública e de impostos para “alavancar” o crescimento, como se o Estado, que tirou significativa parcela da renda gerada pela iniciativa privada fosse o melhor agente para usar o dinheiro que coletou.

Embora não reste dúvida sobre que o Estado tem papel importante na sociedade, não é na economia que o Estado se sobressai, afinal, é para a iniciativa privada que as propostas de natureza econômica, tanto do PT quanto do PSDB, se voltam.

Deve haver um limite para a formação de um Governo de natureza intervencionista e estatista, no que PSDB e PT concordam, para que não haja mitigação da ação da economia privada e os objetivos que os sociais-democratas perseguem possam ser alcançados.

Nem o intervencionismo fundamentalista, nem o intervencionismo mais moderado do PSDB, contêm as soluções para o País, pois ambos tiveram sua chance no Poder e não introduziram nenhuma alteração no modus governandi (desculpem-me, inventei agora, não sei se existe isto) que se mostrassem funcionais.

A solução da estabilidade monetária parou na incapacidade de reconhecer que os mercados deveriam ser livres das amarras estatais, e na hora de “regular” os mercados, agora com a moeda estável, veio o gerenciamento do câmbio com a imposição de uma taxa de juros “livremente” administrada pelo Estado.

Sem mercados livres, embora passíveis de regulação, tivemos uma economia estatizada, com patamar de juros altos, completamente dependente de um sistema financeiro que opera com um menu do Banco Central, sem a liberdade de criação que os mercados precisam para funcionar.

Sem os mercados, voltamos à campanha de FHC, Serra e agora Aécio, novamente eles, com as mesmas propostas, sem mostrar o devido respeito aos mercados, que foram abandonados por Fenando Henrique e continuam órfãos, agora, com um candidato a padrasto.

Embora as idéias e as intenções da social-democracia sejam de “boa cepa” – o inferno está cheio de boas intenções -, não são suficientes para construir um país que se diferencie do país que os sociais-democratas, nacionais-socialistas e comunistas estão apresentando ao povo brasileiro, há mais de 20 anos.

Como não há uma posição de oposição franca por parte do PSDB, por estarem, os políticos, amarrados com grilhões socialistas, nem propostas de caráter liberais que mostrem ao povo que um país diferente não será possível sem uma proposta diferente, vamos para o mesmo lugar de onde saímos.

Se houver segundo turno, tem de haver segundo turno para as idéias também.

Se houver, se Aécio quer ganhar, tem de chamar quem entende de MERCADOS.

Ele já mostrou que não entende.

A reforma do Estado é conduzida até o ponto em que a social-democracia ainda aceita abrir mão de funções econômicas desde que submetidas à tutela do Estado.

Deveria fazer parte da Reforma do Estado a liberação dos Mercados, pois se o Estado compreende a língua, as instituições, o território e a sociedade civil organizada, não é possível distinguir os Mercados da sociedade civil organizada, até porque, Mercados são uma forma de organização da sociedade civil, que estão sob pesada intervenção Estatal, que mitiga sua funcionalidade, diminui sua capacidade, prejudica sua economicidade, e, afinal, corrompe seus objetivos.

Para fazer frente à frente nacional-socialista, trabalhista e comunista e de todas as correntes ideológicas que se submetem à hegemonia do Partido Nacional-socialista dos Trabalhadores do Brasil – PT, e para conseguir chegar ao Poder, o PSDB terá de olhar para o restante da sociedade civil organizada, aquela parte que faz tudo funcionar e à qual o Estado recorre quando quer “operar a economia” com criatividade (que custa dinheiro), com competitividade (que custa dinheiro e cérebros).

A utilização de legislação intervencionista para regular serviços concedidos, por exemplo, é uma Falha de Estado, em que um objetivo econômico é desejado mas a ferramenta de obtenção não é compatível com a tarefa.

Existem formas de fazer o mesmo com os mesmos mas com liberdade.

A diferenciação entre os Serviços Públicos e os Serviços Para o Público, muito bem colocadas em ternos de Poder de Império e Poder de Gestão pelo Plano Diretor da Reforma Do Estado esbarra na muralha da incongruência das propostas de intervenção na economia que a plataforma do PSDB apresenta nas presentes eleições.

E é aí que está a diferença entre as propostas nacionais-socialistas/comunistas e as da social-democracia: a operação dos Mercados pelos agentes do Estado e a regulação pelo Estado COM OS OPERADORES DOS MERCADOS.

Se houver segundo turno, deverá haver uma segunda proposta.

Se não houver uma segunda proposta, então será mais do mesmo.

Neste cenário, os partidos liberais, embora não exista nenhum, mas pelo menos os liberais, poderiam ser a ajuda que viria trazer a parcela da sociedade civil organizada que está relegada à marginalidade social e política, já que é dos liberais que vêm a produção que toca o serviço, e não dos capitalistas, que somente contribuem para o aumento do Estado.

Os capitalistas já escolheram seu lado: o governo, pois é lá que eles conseguem a propriedade dos seus mercados sem o risco da concorrência.

Vamos ter um empresário Superintendente da BrinquedoBRAS, a ValeBRAS, a PetroBRAS, a GasBRAS, tudo EmOBRAS.

Até mesmo o vice do Partido Verde é um empresário que tem interêsses profundos na vitória de sua candidata.

Eike Batista disse que paga a campanha do PT E do PSDB, pois “investe no Brasil”.

Interessante, êle esqueceu de “investir” nos “Brasis” que estariam ali se outros partidos recebessem a mesma cota de “investimento”.

A social-democracia sozinha, contra os nacionais-socialistas, comunistas, trabalhistas, capitalistas, amplos setores do fundamentalismo religioso, não é uma opção de governo, é uma opção de isolamento e solidão política.

Restam os Liberais, que poderiam significar a diferença.

Será que o Aécio sabe disto?

Se você for a qualquer universidade pública OU privada, não vai encontrar livros de economia escritos por liberais.

Toda a economia ensinada nas universidades é marxista.

O mesmo vale para o ensino do Direito.

E a proposta marxista é uma contra-proposta ao liberalismo!

http://www.jonathangullible.com/mmedia/PoL.Portuguese.A.Filosofia.da.Liberdade.swf

Como construir uma nova via para a nova jornada?

Não existem partidos liberais no Brasil, embora tenhamos duas tentativas de criação, com o Partido Federalista e o Libertários.

Minha sugestão é fazermos do Partido Liberal do Brasil – PLB – uma nova agremiação – o partido Hegemônico e centrarmos no programa dos Liberais para inciarmos a nossa jornada para a construção de um novo país.

Não vamos ver o Brasil Liberal ou Social-Democrata, e temos a obrigação de tentar construir um outro Brasil para nossos filhos e netos.

Afinal, êles é que terão de enfrentar os filhos e netos dos nazistas e comunistas depois de mais de 30 anos desfrutando do crime organizado e da impunidade garantida por um judiciário pusilânime e empresários que querem se estatizar para não precisar concorrer.

http://viabsb.blogspot.com.br/2013/03/o-psdb-nao-e-mais-uma-opcao-eles-tambem.html/.

Opções existem, mas devemos ter coragem de considerá-las: http://viabsb.wordpress.com/2010/08/13/a-auto-regulacao-dos-servico-de-transporte-publico-urbano-de-passageiros-em-brasilia/

 

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4 Comentários leave one →
  1. 10 de março de 2015 14:28

    Você NÃO TIRA O PT DO PODER, você ASSUME O PODER NO LUGAR DO PT.
    Mas você não é capaz.
    Por isto vais às ruas para PEDIR para alguém fazer o que você deveria fazer por si mesma.
    E vais PEDIR AOS TEUS INIMIGOS.
    Não, não é importante salvar a democracia, é justamente ela a fonte dos problemas. Nenhum país democrático tem instituições sólidas, com execeção aos que foram fundados sobre bases federalistas verdadeiras. Não é o caso do Brasil.
    Você só pode tirar o PT do governo quando eleger outro partido para o governo, é assim que a democracia funciona.
    Como você não tem nenhuma ideia de qual partido vai eleger – você faz voto útil (para eles) e vota no MENOS RUIM (eu não sou ruim, não voto em gente ruim), você não vai fazer nada. Mas vai parecer que fez porque foi em todas as PALHASSEATAS do Admirável Gado Novo e bateu guampa e mugiu palavras de desordem política na defesa dos interesses da REDE, PROS e em PROL dos mesmos, pensando que é algo NOVO.
    Mas não é.

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