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CONVERSA COM O SENADOR

28 de setembro de 2013

O Senador Aécio Neves, está convidando os Brasileiros para conversar, como ninguém se dispôs a conversar com ele até o presente momento eu estou me colocando a disposição para conversar com ele.
A primeira pergunta que tenho para o Senhor Senador são as seguintes:
Porque esconde a origem de sua família tem vergonha dela?
Porque esconde que é neto de Tristão da Cunha:
Quem foi Tristão da Cunha.
Tristão Ferreira da Cunha (Teófilo Otoni, 27 de julho de 1890 — Rio de Janeiro, 2 de janeiro de 1974) foi um político, advogado e professor brasileiro.
Era filho de Benjamim Ferreira da Cunha, antigo educador do município, e de Ana Esteves Lima. Ligado também às famílias Versiani e Matta Machado por seu casamento com Júlia da Matta Machado Versiani.
Tristão da Cunha fez o curso secundário no Colégio Alfredo Gomes e se formou em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade Nacional de Direito, no Rio de Janeiro, em 1916. Concluídos os estudos, voltou a Teófilo Otoni, onde atuou como advogado e promotor público, iniciando-se na carreira política como vereador.
Em 1934, foi eleito deputado estadual constituinte pelo Partido Republicano Mineiro, mas teve seu mandato interrompido pela instauração do regime do Estado Novo, que, sob o comando de Getúlio Vargas, suprimiu todos os órgãos legislativos do País e extinguiu a federação.
Em artigo sobre a presença de Tristão da Cunha na Assembléia Constituinte mineira, Paulo Pinheiro Chagas escreveu: “A Segunda Assembléia de Minas Gerais reunida no ano de 1935, emerge do ementário histórico como uma grande data da inteligência. Nela avultavam nomes da estatura de Afrânio de Melo Franco, Bilac Pinto, José Bonifácio de Andrada e tantos outros. Dentre os integrantes da bancada oposicionista eleita pelo antigo PRM, fulgia como estrela de primeira grandeza Tristão da Cunha. Esse homem magro, nervoso, extrovertido, sarcástico, era uma grande valor humano. Dono de sólida cultura, tinha uma inteligência aguda. Era, sem favor, uma das principais figuras da Constituinte. Falava quase que diariamente, sendo aplaudido até pelos adversários, que lhe respeitavam a sabedoria e fidelidade aos princípios”. 1
Manifesto dos mineiros[editar]
Em 1943, Tristão da Cunha foi um dos signatários do Manifesto dos Mineiros, documento que circulou como carta aberta à população brasileira, pedindo a restauração da democracia e o fim do Estado Novo. Assinado por 92 personalidades liberais de Minas Gerais, o Manifesto dos Mineiros foi publicado em 24 de outubro de 1943, data do aniversário da vitória da Revolução de 30.
O documento provocou forte reação de Getúlio Vargas, que determinou toda sorte de retaliações contra seus signatários. Tristão da Cunha, à época, foi exonerado de sua cátedra de alemão do Colégio Pedro II, na qual ingressara por concurso público. Esteve detido em prisão domiciliar.
Sobre esta fase, Tancredo Neves declarou: “Ele fez oposição num dos períodos de maior opressão da nossa história, o que antecedeu a implantação do Estado Novo, e durante sua vigência. Revelou, nesta fase heróica de sua vida, sua coragem pessoal, feita de serena altivez, sem bravatas e sem demagogia, não fugia dos riscos nem temia os poderosos. Conheceu, pelo desassombro de suas atitudes, as hostilidades do arbítrio e as perseguições odientas da prepotência. Mas a tudo resistiu”. 2
Parlamentar [editar]
Ao término da ditadura Vargas, em 1945, Tristão da Cunha foi secretário de Educação e Saúde no governo Júlio de Carvalho e se elegeu deputado federal no ano seguinte.
Seguiu-se outros três mandatos consecutivos como deputado federal, tendo sido reeleito em 1950, 1954 e 1958. Nesse período, Tristão da Cunha se licenciou da atividade parlamentar para atuar como secretário de Agricultura, Indústria, Comércio e Trabalho no governo de Juscelino Kubitschek, e como secretário de Estado das Finanças nos governos de Clóvis Salgado e Bias Fortes.
No Congresso Nacional, Tristão da Cunha se debruçou sobre os problemas econômicos e financeiros do País. Defendeu o ideário liberal e representou, particularmente, os interesses dos lavradores, das pequenas indústrias e de sua região natal.
Em 31 de janeiro de 1963, ele concluiu seu último mandato, quando seu filho Aécio Cunha foi eleito. Em 1964, Tristão da Cunha foi nomeado para o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), do qual foi presidente até seu falecimento, em 2 de janeiro de 1974.
Porque esconde que é filho de Aécio Cunha, só fala dos Neves?
Se o PT é tão ruim assim porque o Senhor aceitou fazer o Lulécio na sua campanha pra governador?
Porque aceitou fazer o Dilmasia na campanha para eleger seu sucessor?
Porque esta contra a extinção do exame de ordem aplicado pela mafiosa OAB que deixa milhões de Bacharéis com trabalho análogo a escravos?
Quem é a mãe de sua filha, e onde ela está?
Qual foi a sua participação no mensalão mineiro?
Porque impediu o concurso para o TJMG na sua gestão?
É verdade que o senhor foi pego bêbado dirigindo com a carteira vencida na cidade do Rio de Janeiro e mandou o governador Garotinho transferir os policias que o prenderam para o interior para ele não falar no assunto?
Porque abandonou a campanha tucana nos dois mandatos seus?
É verdade que o senhor mandou a Assembléia Legislativa de minas Gerais abafar a CPI do narcotráfico em 2000?
Se for verdade porque o fez?
Depois que o senhor responder estas perguntas que não quer calar vamos continuar conversando.
Maurílio José.
Jornalista/Radialista/Bacharel em direito.
21/09/2013.

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