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Evolução vs Criação

26 de maio de 2013

O “debate” – já parte de uma falácia, haver debate entre crentes e cientistas, já que a crença EXLCLUI a ciência – entre criacionistas e evolucionistas já parte de uma mentira básica, advinda dos criacionistas.

 

Como vemos no texto trazido abaixo:

A Caixa Preta de Darwin: O Desafio da Bioquímica à Teoria da Evolução (1996, primeira edição, 2006, segunda edição) é um livro escrito por Michael J. Behe e publicado pela Free Press em que apresenta sua noção de complexidade irredutível e afirma que a sua presença em muitos sistemas bioquímicos indica, portanto, que eles devem ser o resultado de design inteligente, em vez de processos evolutivos. Em 1993, Behe tinha escrito um capítulo sobre a coagulação de sangue em “Of Pandas and People“, apresentando essencialmente os mesmos argumentos, mas sem o nome de “complexidade irredutível”, [1] que mais tarde ele apresentou em termos muito semelhantes em um capítulo de “A Caixa Preta de Darwin“. Behe mais tarde concordou que ele tinha escrito ambos e concordo com as semelhanças, quando defendeu o design inteligente no julgamento em Kitzmiller  de “Dover Area vs School District“.

É fácil ver a mentira embutida em fatos reais – somente os que querem contradizer – quando se lê cuidadosamente: na “noção de complexidade irredutível e afirma que a sua presença em muitos sistemas bioquímicos indica, portanto, que eles devem ser o resultado de design inteligente”, temos TRÊS mentiras:

1 – a primeira é afirmar que existe uma ASSERÇÃO e RAZÃO nas sentenças: “apresenta sua noção de complexidade irredutível” ;

2 – “a sua presença em muitos sistemas bioquímicos indica, portanto, que eles devem ser o resultado de design inteligente, em vez de processos evolutivos”; e

3 – DE ONDE ELE TIROU UM PROJETO INTELIGENTE se NÃO HAVIA NADA DE ONDE TIRAR ISTO?

É fácil perceber que o conceito de VÉSPERA só vale para um fenônomo CONHECIDO. A “véspera do tudo” é um conceito que um cérebro humano não pode processar. Chegar ANTES não é possível de ser … grokado.

Se existem conceitos que o cérebro humano não pode processar, quem foi o idiota que fez o tal “design inteligente” e não fez direito para o cérebro humano ser capaz de processar TUDO?

De ONDE o autor tirou o “portanto“? A qual ASSERÇÃO esse “portanto” está ligado, e a qual RAZÃO este “portanto” liga a “asserção ” – que já não existe?

 

 

 

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