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Você está Desorientado a Objetos?

26 de abril de 2011

Abandonei o código com o Clipper e o Turbo Pascal, embora não tenha ido tão longe em pascal quanto fui em Clipper (mas quero retomar).

 

Ainda acho o Clipper a melhor linguagem que já foi feita, juntamente com pascal e deixei de programar quando me obrigaram a estudar java na faculdade.

 

Aliás, não estudei, fizemos uma enkrenk na aula e o professor desistiu de ensinar java e ensinou lógica e outras pedras …

 

Java é como o BASIC: uma praga que vai demorar para ser substituída por uma linguagem de verdade, que apesar de existirem não têm o mesmo interêsse comercial que a linguagem de ligar torradeira à distância.

 

Achei PHP interessante, até porque parece Clipper.

 

Também gostei de Tcl, Objective CAML e Eiffel.

 

Aliás, Eiffel é a única linguagem que respeito. Tanto que está sendo copiada pelas porcarias OO para fazerem-se parecer com LOO.

 

Mas tem tanto código para escrever uma simples linha de programa que desisti da Orientação a Objetos.

 

De tôdas, Ruby é a mais concisa e creio que terá muito maior divulgação quando compilar em nível de OCAML.

 

Aliás, OCAML tem uma vantagem que é “di+”: pode ser escrita de modo imperativo, em lista e em OO que compila o mesmo código.

 

Você já leu alguma coisa sôbre OCAML? Tem uma extensão que inclui o XML como objetos e você pode referenciar cada objeto XML individualmente: OCAMLDUCE. Uma grande sacada …

 

Estou muito prêso ao ERDxDFD em CASE e na Análise Estruturada.

 

Para mim é um pouco difícil mudar tudo para ver a mesma coisa só para agradar o dono de uma metodologia que usa um programa que usa a metodologia.

 

E tudo acaba em java, que não é orientada a objeto e termina num ODBC para cair numa tabela relacional de um banco de dados … estruturado!

 

Como não existe um objeto de dados e não existe um sistema operacional orientado a objetos, as linguagens “OO” têm de começar tudo de nôvo quando acabam o sistema para cair numa tabela relacional, sem ter passado pelas fases de análise de dados e criação das tabelas.

 

Se existisse um objeto de dados deveria, necessariamente (penso eu), estar somente no Sistema Operacional, que é o único que lida com dados, pois é pelo SO que o aplicativo grava os dados.

 

Logo, deveria haver um Sistema de Arquivos de Dados para gravar os dados no meio físico que os aplicativos deveriam usar como uma mensagem de um objeto para o objeto de dados do SO.

 

But this is just me and my 2cts of mind.

 

Creio que um sistema orientado a objetos é um avanço mas não vejo nenhum avanço em usar linguagens OO sem um sistema operacional OO, pois os objetos (blocos de código) da linguagem não têm uma contrapartida no SO.

 

Assim, acaba tudo em linguagem imperativa e aí o “C” ainda manda.

 

E se é para usar objetos que não falam com objetos prefiro ficar com as linguagens imperativas: clipper (xHarbour) e pascal (FreePascal).

 

Com estas linguagens você pode implementar os objetos e seus métodos (e falar direto com o SO) sem os problemas da cegueira das linguagens OO que não vêem um SOOO.

 

As metodologias e os frameworks de gerenciamento de processos e programação Ágil são novidade para mim.

 

E me parece que estão muito prêsas a uma linguagem de programação que nem é OO: java.

 

Tanto que os cursos sôbre o framework são dados pela MS e em java.

 

Como inventar um objeto de dados em duas vertentes que vivem e dependem de produtos de prateleira que visam o comércio e não são OO?

 

Creio que deveríamos partir de um framework de Análise Orientada a Objetos para terminar em uma Especificação de Codificação, uma espécie de RFC de Código para aplicar aos objetos encontrados pela AOO, para então, o Analista escolher uma linguagem.

 

Estamos prêsos aos provedores de linguagens que manipulam o mercado para vender os serviços que êles prestam com as linguagens dêles, alguns, até, com seus próprios Sistemas Operacionais.

 

Vejo uma espécie de pântano léxico, uma B@bel.

 

Está difícil achar o Esperanto das Linguagens de Programação.

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